Lançamento de Barbie aumenta o número de golpes com Criptomoedas; Entenda

Barbie, a boneca mais famosa do mundo ganhou seu próprio filme recentemente e desde sua estreia no último dia 20, já se provou um dos maiores (senão o maior) sucesso cinematográfico do ano até então. O longa dirigido por Greta Gerwig, no entanto, começou a se fazer popular não somente no nicho dos fãs da sétima arte ou da boneca, mas também dentre os investidores em Criptomoedas.

Assim como a maioria das ações dentro da cultura pop que estouram a bolha e vão para o mainstreaming, o filme da Barbie está sendo utilizado como pretexto por ciber-criminosos para aplicar golpes Cripto na internet.

Golpe com Memecoins da Barbie

A grande maioria das Criptomoedas que surgem de filmes, séries, videogames e diversos outros elementos da cultura pop aparecem como Memecoins, que são ativos apoiados num fator que está “hitado” no momento, servindo assim como um investimento de curto prazo, aproveitando o hype do assunto.

Apesar de existir sim iniciativas como essa que são de fato legítimas, os casos recentes de Memecoins da Barbie foram expostos por diversas plataformas de investidores como golpe na certa.

De acordo com pesquisas feitas por especialistas, até agora, já foram identificados mais de 30 golpes com criptomoedas envolvendo “Barbie”, disponíveis na internet, à procura de possíveis vítimas.

Um dos sites mais populares que faz essa filtragem no mundo de investimentos virtuais, o Token Sniffer, realizou uma auditoria entre os principais tokens criados em homenagem à Barbie, como barbie inu, ken, barbie swoon, barbie swap e barbie pink, e a maioria já aparece golpes explícitos.

Como evitar golpes Cripto

Segundo especialistas, a melhor forma de prevenir golpes como esse é ver a procedência das chains que estão por traz das produções desses ativos, além de procurar entender bem do assunto antes de começar uma empreitada de investimentos na Web3.

Em nota oficial, uma das especialistas do site Token Sniffer, Olga Svistunova, explicou ao público como funciona golpes desse tipo.

“Estreias e eventos grandes como filmes tão esperados trazem uma onda de expectativa, mas, em meio à emoção, é crucial que os usuários permaneçam alertas e sigam as regras básicas de segurança online. Ao manter uma mentalidade vigilante e praticar hábitos online seguros, podemos aproveitar ao máximo a experiência da Barbie e Oppenheimer, nos protegendo das ameaças cibernéticas que espreitam no mundo digital”, analisou Olga.

Hackers da Coreia do Norte aplicam golpe milionário envolvendo Criptomoedas

No início desta semana, uma notícia envolvendo um Ataque Hacker abalou o mercado de Criptomoedas da Ásia. Isso porque, teria sido divulgada a informação de que grupos de hackers ligados à Coreia do Norte roubaram mais de 721 milhões de dólares em Criptos do Japão desde 2017.

A notícia foi informada pelo jornal de negócios ‘Nikkei’ na segunda-feira, citando pesquisa do provedor britânico de análise de blockchain Elliptic. O valor corresponde a 30% de suas perdas totais em todo o mundo, informou o jornal.

O relatório veio depois que os ministros das finanças do G7 e os governadores dos bancos centrais disseram em comunicado no último sábado, dia 13, que apoiam medidas para enfrentar a crescente ameaça de atividades ilícitas de atores governamentais, como o roubo de criptoativos.

Grupos ligados ao governo norte-coreano roubaram um total de 2,3 bilhões (mais de 10 bilhões de reais) em criptomoedas de empresas ao redor de todo mundo entre 2017 e 2022, segundo a Elliptic.

Em abril, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos alertou que cibercriminosos norte-coreanos, incluindo espalhadores de ransomware, ladrões e fraudadores, estavam usando serviços financeiros descentralizados (DeFi) para enviar dinheiro e lavar dinheiro.

As chamadas plataformas DeFi permitem serviços financeiros usando criptoativos e stablecoins sem passar por bancos.

Especialistas apontaram vulnerabilidade no sistema global de Criptomoedas

Em uma nova avaliação de risco do financiamento ilegal de plataformas DeFi, o Departamento do Tesouro Americano descobriu que os criminosos estão explorando vulnerabilidades nos sistemas financeiros para combater a lavagem de dinheiro e o combate ao terrorismo, tanto no país quanto no exterior.

De acordo com o estudo, os serviços DeFi que não cumprem os regulamentos AML/CFT apresentam os maiores riscos financeiros do setor.

O Brasil não foi citado em nenhum desses documentos de forma específica, no entanto, sendo um dos países com a comunidade mais ativa no mercado de Criptomoedas, é de se esperar que sim, o território brasileiro também não esteja seguro de ataques cibernéticos envolvendo investimentos no mundo digital.

Fan Tokens; Conheça 4 opções de investimento da Cripto Esportiva

A principal liga de futebol do mundo logicamente também é lar de diversos dos grandes times do planeta. Ricos e vitoriosos, é de se esperar que estejam envolvidos em projetos tecnológicos, e de fato é o caso. Na onda dos Fan Tokens, nem a Premier League que trata com rigor a entrada de patrocínios ou qualquer forma de expressão de ativo digital, foi possível escapar da febre.

Os ativos digitais que prometem substituir o sócio torcedor tem como objetivo criar um vínculo maior entre time e torcida, fazendo com que os fãs participem de forma mais ativa no dia a dia do clube, se sentindo mais importante para a instituição do que estar apenas no estádio gritando.

Empunhando um Fan Token, além de fortalecer financeiramente o clube do coração, o adepto ganha privilégios e benefícios que vão de excursões a treinos e promoções em artigos da equipe, até votações para uniforme, música de entrada no estádio e modelo da braçadeira de capitão.

Sendo assim, confira 4 tokens utilitários presentes em grandes times da Premier League.

1- Manchester City

Um dos grandes times da atualidade do futebol europeu e mundial, o time do Manchester City ganhou toda sua projeção a pouco mais de uma década, após ser comprado por um fundo de investidores de sheik do Oriente Médio.

De lá para cá os Citizens empilharam títulos e contratações milionárias, além de grandes investimentos para aumentar ainda mais sua fortuna.

Os Fan Tokens foram um desses investimentos que deram certo e até hoje geram lucro.

O $City, atualmente vale cerca de 5 dólares, mas em certo momento já chegou a custar 20 dólares.

Em parceria com a gigante do segmento, a Socios, a equipe foi uma das primeiras inglesas a entrar nesse mercado a pouco mais de 3 anos.

2- Leeds United

Equipe das mais simpáticas e tradicionais da Inglaterra, o Leeds é um dos clubes de “menor expressão” que promovem a introdução de sua torcida no ambiente digital com investimentos no ramo.

O LUFC, token oficial da equipe, foi muito bem aceito pela sua torcida, no entanto, não ganhou a projeção internacional e até nacional que tokens como o do City tomaram.

Sendo cotado em pouco menos de 1 dólar, o Fan Token em alta chegou a valer cerca de 4 dólares.

Também em parceria com a Socios.com, o projeto foi anunciado com o foco em promoções para os torcedores, que comprando os tokens jogavam quizzes sobre a história do Leeds que o colocariam como concorrentes a diversos prêmios.

3- Arsenal

O gigante de Londres é mais um de dentro do “Big Six” (como são chamadas as 6 principais forças da Inglaterra) a contar com seu próprio Fan Token.

Lançado perto do fim de 2021, apesar do bom projeto, o Fan Token dos gunners ficou marcado pela polêmica de ter suas propagandas proibidas em todo o país.

Isso porque, de acordo com associações de futebol da terra da rainha, o clube vinha fazendo propagandas que incentivam seu torcedor a colocar dinheiro em um investimento de risco, o que não é permitido por lei.

Apesar do imbróglio, tudo se resolveu em algumas semanas, e atualmente a moeda é cotada em 1,64 dólares.

O AFC passa pelo mesmo problema da grande maioria dos Fan Tokens da Socios, a desvalorização por conta do inverno cripto.

4- Aston Villa

Mais um Token nativo da rede Socios, o AVL, Fan Token do Aston Villa, é um dos poucos da Inglaterra dentro da “bolha” de times médios que mostrou uma certa valorização nas últimas semanas.

Apesar de passar por um momento de coadjuvante na Premier League, o Villa é um dos clubes mais importantes da Europa. 7 vezes campeão do campeonato inglês e duas vezes da Champions League, a equipe de Birmingham tem o aumento na venda de seus tokens relacionado ao sucesso do time no mercado de transferência. Já que atualmente fechou com boas promessas do esporte além de medalhões que já disputaram Copa do Mundo, como o craque brasileiro Phillipe Coutinho.

Apesar de ainda não bater 1 dólar de valorização, o AVL subiu mais de 2% por semana nas últimas 4, conforme o time foi apresentando mais reforços.

Grande Equipe do Futebol Europeu paga seus atletas em Bitcoin; Entenda como

Talvez um dos precursores da “moda” que hoje está presente em grande parte das modalidades Esportivas, o AZ Alkmaar, um dos principais clubes de futebol holandeses conta com um projeto que faz com que seus jogadores, tenham a possibilidade de receber pagamentos em Bitcoin.

Através de uma parceria com a exchange de criptomoedas Bitcoin Meester, o clube passou como uma das cláusulas do contrato a oferecer parte dos salários na principal criptomoeda do mundo.

A Bitcoin Meester além da iniciativa com Bitcoins no AZ, participa diretamente em programas de ativação para a equipe, que na última temporada chegou às semis Conference League, a nova competição da UEFA que traz a campo uma reunião daqueles que são considerados o “terceiro escalão” da Europa.

Apesar de pioneiro em um segmento que apesar de interessante e em partes até vantajoso, o AZ até hoje não conta com um dos serviços que atualmente se tornou comum dentro do futebol, os Fan Tokens.

Presentes nas maiores equipes do mundo, os Fan Tokens são uma forma de aproximar a torcida do time do coração, através de iniciativas que promovem a inclusão do público em um ambiente de compra de ativos e Web3.

O AZ conta com a 4° maior torcida da Holanda, atrás dos três gigantes do país e da Europa, Feyenoord, PSV e Ajax. Tema que traz ainda mais a tona o debate do porque o time não possui seu próprio FTO (Fan Token).

Confira quanto ganham os jogadores em Bitcoin

Apesar de não ter uma das folhas salariais mais valiosas do Campeonato Holandês, muito menos de toda Europa, o AZ tem de bancar seus milhões de Euros anuais para manter seus jogadores.

Assim como a maioria dos times holandeses, o AZ é conhecido por um time jovem, que consequentemente, ganha menos, tendo os medalhões como os mais bem pagos.

Esse é o caso de Clasie, volante da equipe, de 31 anos e com experiência na Premier League e até mesmo na seleção nacional, que conta com o maior salário do plantel.

O atleta ganha anualmente na casa dos 1,1 milhões de euros por ano, mais de 7 milhões de reais segundo conversão atual.

No entanto, se esse valor for transferido para Bitcoins, ficaria algo em torno de 49 BTC (Bitcoin). Semanalmente, que é como costuma se receber no velho continente entre os atletas de futebol, Clasie recebe 0,96 BTC.

Atrás de Clasie está outro “veterano” no elenco, que pode ter a alcunha de mais experiente com apenas 24 anos, em um time de 21 anos como média de idade.

O sueco ganha anualmente 790 mil euros e semanalmente 15 mil. Convertidos para Bitcoins, esses valores iriam para 34 e 0,66 BTCs, respectivamente.

Fechando o top 3 dos salários mais altos do AZ Alkmaar, está Martins Indi, zagueiro de 31 anos que foi titular da seleção holandesa que ficou em terceiro lugar na Copa de 2014 disputada no Brasil.

O jogador ganha 600 mil euros anuais, pouco mais de 3,2 milhões de reais. Semanalmente, 11 mil euros (58 mil reais). Transferidos para Bitcoin, Martins Indi recebe algo em torno de 26,9 BTC anuais e 0,48 Bitcoins semanais.

Ethereum ou Bitcoin? Veja em qual Cripto você deve investir

As duas criptomoedas mais relevantes e valiosas do mundo, competem entre si diariamente testando qual será mais bem sucedida no futuro, que é o foco dos investimentos em ativos digitais como esse. Atualmente com uma vantagem enorme do Bitcoin, que mesmo com todas as crises segue como maior cripto do mercado, o ETH (Ethereum) corre atrás e também faz provar seu valor, sendo a Cripto mais utilizada quanto a negociações. No entanto, outro fator importante a ser considerado a não ser o lucro, é a segurança.

Para medir o quão seguro é cada Criptomoeda, especialistas analisam o quanto da própria Criptomoeda seria necessário para um ataque ao sistema.

Sendo assim, para realizar um ataque de 51% a rede Ethereum, seria necessário acumular ETH suficiente para ter 51% da potência da rede, ou seja, um valor quase que inalcançável.

Já quanto ao Bitcoin, além do gasto com todo o equipamento valioso de mineração da Cripto e uma logística de transporte e armazenamento, para se apoderar de 51% da rede, também em tese seria considerado inalcançável, já que é praticamente impossível obter 51% do poder de processamento da rede BTC (Bitcoin). Para se ter uma noção, para atacar a rede de Bitcoin, o hacker teria que desembolsar mais de 10 bilhões de dólares, cerca de 50 bilhões de reais.

Ethereum desponta como Cripto mais segura do mercado

Recentemente, o Ethereum passou por um processo de “atualização” que foi o maior de sua história. Nele, muitas de suas especificações e programação passaram por mudanças, ganhando o nome de The Merge.

Junto dessas mudanças, talvez uma das de maior destaque se dá pela mais nova segurança do Ethereum, que foi dobrada apos a atualização.

Tal melhora agora se dá pela mudança de Prova de Trabalho (PoW) para Prova de Participação (PoS).

Esse fator fez com que o custo para atacar a rede de ETH seja o dobro do necessário para atacar o Bitcoin, ou seja, mais de 20 bilhões de dólares (100 milhões de reais).

Mesmo com o BTC possuindo inúmeras pools de mineração em todo o mundo, a sua rede acabou se tornando mais vulnerável do que a do Ethereum.

Em conclusão, apesar da desvalorização recente de todo o mercado de Cripto Ativos causado pelo ‘Inverno Cripto‘, ainda existe segurança em investir em Criptomoedas, desde que seja em coins como o BTC e o ETH, que até por estarem no topo desse mercado, são referência quanto a segurança de transações e portabilidade.

O Ethereum no momento após o The Merge se destaca, e ganha ainda mais força de uso por conta da segurança contar com o fator de alta taxa de utilização da moeda, seja para compra de NFTs, investimentos ou até mesmo em Jogos Blockchain.

Especialistas apontam o futuro das Criptomoedas e NFTs

Mercado que a cada dia cresce de produção e rendimento, os NFTs atrelados aos esportes vem ocupando um grande espaço no coração (e no bolso) dos investidores em ativos digitais. Em franco crescimento, essa modalidade de tokens não fungíveis se destaca seja através de coleções ou Fan Tokens, tokens utilitários que até certo ponto são NFTs. Tudo isso, segundo a consultoria de finanças Nielsen, leva a um caminho inevitável, investimentos com caminhões de dinheiro.

De acordo com a respeitada empresa de Consultoria de Investimentos, as empresas ligadas a Web3 presente nos esportes devem investir até 2026 mais de 5 bilhões de dólares, algo em torno da casa dos 26 bilhões de reais segundo cotação atual.

O relatório de marketing esportivo da Nielsen de 2023 aponta inclusive que torcedores serão um dos principais fatores que levarão ao sucesso os patrocínios com criptomoedas.

O relatório ainda projeta que os investimentos em patrocínios de empresas web3 nos esportes aumentará mais de 700% em comparação ao ano passado, ultrapassando setores consolidados e fundamentais no mundo como um todo, como é o caso da tecnologia, que prevê um aumento de mercado de 44%, muito inferior ao de patrocínios esportivos com Criptomoedas/NFTs/Fan Tokens.

Além da tecnologia, o segmento supera o de empresas automobilísticas, indústrias e até mesmo a energia.

Investimento Cripto no Esporte pode ser solução do futuro

Assim como uma bola de neve, quanto mais cresce de tamanho a influência do setor de investimentos web3 no esporte, mais cresce as vertentes relacionadas.

Exemplo disso e, que já dá sinais agora, são os NFTs ou artigos no geral relacionados a ídolos do esporte.

Ainda segundo estudo da Nielsen o aumento da procura e “confiança” do público amante de esportes em cima de ídolos subiu exponencialmente.

De acordo com relatório, mais de 26% dos fãs de esporte buscam notícias, redes sociais e itens personalizados de seus ídolos em respectivos esportes.

A subida nesse segmento garante ainda mais conteúdo para a produção de Tokens Não Fungiveis e ativos digitais que impulsionam momentos de confraternização e aproximação da torcida com o ídolo.

Especialistas dizem inclusive, que essa “paixão” pelos atletas podem até ser mais representativas do que com entidades e são uma ótima maneira de se conectar com os patrocinadores que mantêm acordo com as devidas lendas.

Um exemplo desse levantamento que já se prova recente, é a subida no hype de coleções de tokens não fungíveis como a Autograph.io. O marketplace, gerido através de uma iniciativa do astro da NFL Tom Brady, reúne em cards, autógrafos de grandes lendas que já passaram ou ainda se mantêm nos esportes. Como é o caso de Simone Biles, Tiger Woods, Wayne Gretzky, além do próprio Tom Brady.

O apego afetivo criado em cima da coleção, já que possui uma assinatura verificada digitalmente pelos atletas, traz mais público, principalmente daqueles que além do lucro, buscam uma coleção de itens que em breve se farão escassos.

Revolucionário; Primeiro-Ministro Inglês quer transformar o país em um epicentro Cripto

Recém eleito como primeiro ministro britânico, o político indi, Rishi Sunak, do Partido Conservador, é mais um dos nomes poderosos em países fortes que se assume abertamente um entusiasta das Criptomoedas. Junto disso, vem uma boa notícia para os ingleses, já que Sunak admitiu um projeto para transformar a Inglaterra no “país das Criptomoedas”.

O anúncio foi feito ainda na época, que Sunak atuava como ministro das finanças de Boris Johnson, seu agora antecessor no cargo de ministro. Suas ambições tinham como foco transformar as stablecoins, Criptomoedas interligadas com moedas reais, em uma forma de pagamento reconhecida oficialmente em todo o Reino Unido.

Até então, um projeto de lei já foi ativado ao setor de Serviços e Mercados Financeiros, que, se for aprovado, poderá dar aos ingleses um amplo poder sobre seus criptoativos.

No início de abril, em sua conta oficial do Twitter, Rishi Rusnak falou abertamente sobre o assunto para seus seguidores e apoiadores.

“Estamos trabalhando para tornar o Reino Unido um hub global de criptomoedas. Queremos ver as empresas de amanhã e os empregos que elas criam aqui no Reino Unido, e vamos incentivar o investimento em criptomoedas e tecnologia nos mercados do Reino Unido”, publicou.

Projeto de Cripto não passa credibilidade; Entenda

Apesar de todo otimismo vindo dos entusiastas britânicos quanto ao projeto cripto de Rishi Rusnak, ainda em julho deste ano, um balde de água fria chegou e deu um susto na comunidade.

Isso porque, na época ainda em seu cargo antigo, Sunak renunciou sua função pública, colocando em dúvida a continuidade oficial do projeto da Inglaterra cripto.

A estagnação ou cancelamento total do projeto ficou em cheque, no entanto, notícias “ruins” não apareceram, porém, as boas também não. Agora num dos maiores cargos políticos da Europa, Rusnak terá total liberdade de decidir se segue adiante com sua ideia antes divulgada, ou se de fato cumprirá as previsões e inicialmente deverá dar para trás.

Rusnak ganhou fama e apoiadores por seu modelo de gestão de liberdade e que acredita num sistema moderno de economia.

Um de seus posts mais famosos, Rusnak afirmou que quer consertar a economia britânica, o que casaria também com o projeto de legalização e adoção total de Criptomoedas.

“O Reino Unido é um grande país, mas enfrentamos uma profunda crise econômica. É por isso que estou concorrendo para ser o líder do Partido Conservador e seu próximo primeiro-ministro. Eu quero consertar nossa economia”, discursou Rusnak.

Atualmente, El Salvador e Suíça despontam com o título de países Cripto, enquanto outros países começam agora a correr atrás para a aprovação de diversas leis que facilitam o uso de todos os métodos de economia digital.

Recuperar arquivos deletados do celular: os melhores programas para ajudar você!

Saiba como recuperar arquivos deletados do celular com o auxílio de alguns dos melhores programas da atualidade!

Os smartphones têm se tornado cada vez mais indispensáveis no nosso dia a dia. Por conta disso, armazenamos vários documentos nesses dispositivos. Mas e se você quiser recuperar arquivos deletados?

Esse tipo de situação não é tão improvável quanto você pode imaginar. Muitas vezes acabamos excluindo acidentalmente arquivos que consideramos importantes, o que pode gerar muita frustração.

A perda de dados pode acontecer por diversos motivos, como falhas no sistema, ataques de vírus ou exclusão acidental.

Mas não se preocupe, a solução pode estar em programas para recuperar arquivos deletados. Existem opções que vão desde um app para recuperar fotos apagadas, até recursos completos que restauram todos os formatos de arquivos.

Conheça, a seguir, selecionamos os 3 melhores programas para recuperar arquivos deletados do celular e como usá-los para recuperar seus dados perdidos.

Afinal, a perda de dados pode ser um problema, mas a solução está ao alcance das nossas mãos!

Apaguei arquivos, e agora?

Você já passou pela situação de excluir acidentalmente algum arquivo importante do seu celular? Isso pode acontecer com qualquer pessoa e é uma situação muito frustrante.

Mas o primeiro passo após a exclusão acidental é não fazer mais nada com o celular!

Evite salvar novos arquivos ou baixar novos aplicativos, pois isso pode sobrescrever o espaço em que o arquivo excluído estava armazenado, dificultando ou até mesmo impossibilitando a sua recuperação.

Depois disso, você pode escolher um dos melhores programas para recuperar arquivos deletados que listamos abaixo, seguindo suas instruções.

E quais são esses softwares?

  1. Dr.Fone

Para começar, temos o Dr.Fone. Para muitos, esse é o programa para recuperar arquivos deletados mais completo do mercado.

Isso porque, seu sistema está disponível para usuários de iPhone e Android. Ele oferece uma variedade de recursos, como recuperação de dados do WhatsApp e backup de dados.

Além disso, também traz funcionalidades extras, como a atualização do sistema operacional e até a possibilidade de reprogramar uma senha de bloqueio de tela.

Imagem de Dr.Fone

A partir do momento que você instala o Dr.Fone no seu computador, pode seguir o passo a passo abaixo para recuperar arquivos deletados de celulares:

  1. Conecte o seu celular ao computador usando um cabo USB.
  2. Abra o Dr. Fone e selecione a opção “Recuperar”.
  3. Selecione o tipo de arquivo que você deseja recuperar e clique em “Avançar”.
  4. Selecione a pasta onde o arquivo estava antes de ser deletado e clique em “Avançar”.
  5. Clique em “Iniciar” para começar a busca pelos arquivos deletados.
  6. Quando a busca terminar, selecione os arquivos que você deseja recuperar e clique em “Recuperar”.
  1. EaseUS MobiSaver

Uma outra opção, um pouco menos completa do que o Wondershare Dr.Fone, mas também interessante, é o EaseUS MobiSaver.

Este programa ajuda a recuperar arquivos deletados e está disponível para usuários de iPhone e Android. Ele oferece uma interface fácil de usar e pode recuperar fotos, contatos, mensagens e outros dados.

Imagem de EaseUs

Para recuperar arquivos deletados do seu celular com este software, siga o passo a passo:

  1. Baixe e instale o EaseUS MobiSaver no seu computador.
  2. Conecte o seu celular ao computador usando um cabo USB.
  3. Abra o EaseUS MobiSaver e selecione o seu celular.
  4. Clique em “Scan” para iniciar a busca pelos arquivos deletados.
  5. Quando a busca terminar, selecione os arquivos que você deseja recuperar e clique em “Recover”.
  1. DiskDigger

O DiskDigger é um programa de recuperação de dados para Android que pode ser usado para recuperar fotos, vídeos, documentos e outros arquivos.

Apesar de não cobrir o sistema operacional iOS, selecionamos esta opção pois milhares de brasileiros usam o Android. Além disso, ele pode ser usado em dispositivos com ou sem root.

Imagem de Google Play

É importante saber que o DiskDigger é um programa gratuito para recuperar arquivos deletados de celulares. Por isso, tem funcionalidades mais limitadas. Para utilizá-lo:

  1. Baixe e instale o DiskDigger no seu celular.
  2. Abra o DiskDigger e selecione o tipo de arquivo que você deseja recuperar.
  3. Selecione a pasta onde o arquivo estava antes de ser deletado.
  4. Clique em “Iniciar a digitalização”.
  5. Quando a busca terminar, selecione os arquivos que você deseja recuperar e clique em “Recuperar”.

Dicas para prevenir a perda de arquivos no celular

A melhor maneira de garantir que você não precise recuperar arquivos deletados é prevenir a sua perda em primeiro lugar.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a manter seus arquivos em segurança:

Faça backup regularmente

Fazer backup de seus dados é uma das maneiras mais importantes de garantir que eles não sejam perdidos.

Existem várias maneiras de fazer backup, incluindo usar um serviço em nuvem ou conectar seu celular a um computador para fazer backup em um disco rígido externo.

Além disso, um dos melhores programas para recuperar arquivos deletados, o Dr.Fone, tem um sistema próprio de backup

Não faça atualizações no lançamento

Os sistemas operacionais são atualizados com frequência. Porém, atualizar o seu dispositivo logo que um recurso é lançado pode expor os arquivos a certos bugs.

Por isso, antes de atualizar, é importante fazer backup de seus arquivos. Além disso, certifique-se de que a atualização seja confiável antes de instalá-la.

E caso ocorram bugs após a instalação, busque ferramentas que ajudem na correção de erros.

Use serviços em nuvem

Muitos serviços em nuvem, como o Google Drive, oferecem a opção de sincronização automática de seus arquivos. Isso significa que seus arquivos são automaticamente salvos na nuvem, garantindo que eles estejam seguros mesmo se você perder ou danificar seu dispositivo.

Se você tem esse recurso disponível, deve considerar utilizá-lo!

Perder arquivos? Nunca mais!

Perder arquivos importantes pode ser uma experiência frustrante, mas felizmente existem muitos programas que podem ajudar a recuperá-los.

No entanto, a prevenção é sempre melhor do que a cura. Por isso, é importante seguir as dicas mencionadas acima para evitar a perda de arquivos no celular.

Se mesmo com as dicas você passar por esse problema, lembre-se de contar com os melhores programas para recuperar arquivos deletados do celular.

Assim, você pode ter certeza de que seus arquivos estarão seguros na hora que desejar!

5 dicas para gerenciar arquivos do WhatsApp

Com a constante troca de informações e dados, gerenciar arquivos do WhatsApp é essencial nos dias de hoje. Confira 5 dicas para gerenciar esses arquivos.

 

Os aplicativos de mensagens são ferramentas recorrentes na vida profissional e pessoal. Uma, em especial, tem uso mais frequente aqui no Brasil, o que gera diversos arquivos do WhatsApp.

A troca constante de textos, vídeos, fotos e documentos acarreta um grande volume de bytes. Provavelmente uma parte considerável da memória do seu aparelho telefônico está ocupada com arquivos originários desse aplicativo.

Não há problemas na troca de arquivos, porém, quanto menos memória o aparelho tiver, menor será seu desempenho. Por isso, é muito comum que, quando a capacidade está no limite, o telefone comece a travar, fechar aplicativos em uso, entre outros problemas.

Para continuar usando o aplicativo sem comprometer o desempenho do seu smartphone, confira 5 dicas para gerenciar arquivos do WhatsApp.

  1. Transfira seus arquivos ao trocar de celular

Quem usa WhatsApp sabe que a recorrência das conversas gera uma infinidade de informações importantes e que não podem ser perdidas.

Uma das maiores preocupações dos usuários acontece quando há troca de aparelho. Principalmente quando se muda o sistema operacional e os arquivos não estão na nuvem.

Felizmente, soluções como o  Wondershare MobileTrans, auxiliam na transferência de dados entre aparelhos – de iPhone para Android e vice-versa.

Imagem de Freepik

E, se o motivo da sua troca for um problema, como o aparelho não ligar, o MobileTrans consegue recuperar arquivos do WhatsApp no aparelho de origem e transfere, diretamente, ao novo celular.

A transferência com o Wondershare MobileTrans é feita com poucos cliques, de maneira rápida e segura. Outra facilidade do software é a possibilidade de selecionar quais dados devem ser transferidos.

  1. Saiba como recuperar arquivos corrompidos

Quando se possui um alto volume de arquivos é completamente normal que, devido a falhas ou erros do sistema, alguns estejam corrompidos.

Seja um áudio que não abre ou uma foto que aparece pela metade, saber como recuperar mídias do WhatsApp corrompidas é essencial.

Se o problema ocorreu porque um arquivo foi deletado, o MobileTrans restaura dados excluídos do WhatsApp diretamente para o aparelho Android ou iOS.

Caso haja arquivos no iTunes, a solução da Wondershare também permite recuperar  arquivos e conteúdos diretamente para o aparelho a partir do backup do iTunes.

Agora, se o problema foi uma mensagem apagada do WhatsApp de um aparelho Android, há como recuperá-las com o MobileTrans.

  1. Mantenha o backup atualizado

Se tem algo que salva todos os arquivos do WhatsApp é manter atualizado o backup de arquivos.

A própria ferramenta possibilita e explica  o que é fazer backup no WhatsApp, porém, é sempre mais garantido realizar o backup próprio. O que acontece é que o backup no próprio WhatsApp, nem sempre usa a última versão dos arquivos.

Ou seja, pode acontecer de você receber uma nova mensagem e ela ficar perdida, porque não “entrou” no backup.

Outro ponto é que muitas vezes o arquivo dessa cópia de segurança é mantido no aparelho. Então, se houver algum problema, você não terá acesso a ele.

Por isso, é fortemente recomendado fazer backup dos dados do celular para um computador. Dessa forma, você fica seguro de que seus arquivos estarão salvos em outro tipo de mídia.

  1. Delete arquivos sem utilidade

Pelas conversas serem corriqueiras e repletas de áudios, vídeos e fotos é normal manter arquivos que já não são necessários.

E, como existe a possibilidade de restaurar os arquivos do WhatsApp com o MobileTrans, é importante deletar os itens sem utilidade.

Para isso, é possível percorrer o caminho mais longo, deletando item por item de cada conversa. Ou, usar o próprio aplicativo de mensagens, vá até a função “Gerenciar Armazenamento” nas configurações e analise a lista de arquivos apresentados.

Esta seção analisa as mensagens e sugere exclusões baseadas no tamanho dos arquivos, ou listas de conversas individuais ou em grupo.

A lista de conversas é separada por contatos, é só clicar em cada um para visualizar as mídias. Então, basta selecionar os arquivos desejados e apagar.

Imagem de rawpixel.com

  1. Habilite as mensagens temporárias

Agora, quem não deseja manter os arquivos do WhatsApp pode habilitar a função de mensagens temporárias em conversas ou grupos.

Ao habilitar, as mensagens enviadas e recebidas somem automaticamente após um período de tempo. O usuário pode escolher entre 24 horas, 7 dias ou 90 dias.

É válido ressaltar que as mensagens antigas continuarão na conversa. Somente os arquivos ou textos que forem enviados após a ativação da função serão afetados.

Em grupos ou conversas individuais, qualquer participante pode ativar as mensagens temporárias.

Use o aplicativo sem receio de gerenciar os arquivos do WhatsApp

Agora que já sabe como gerenciar os arquivos do WhatsApp fica muito mais fácil usar o aplicativo sem comprometer o espaço ou corromper os arquivos.

Uma prática é constantemente apagar mensagens que não são necessárias, as famosas mensagens de “bom dia” no grupo da família.

Já para aqueles grupos de conversa fiada, habilite as mensagens temporárias. E para as conversas sérias e importantes, sempre tenha uma cópia de segurança.

Dessa forma se gerencia os arquivos do WhatsApp e mantém o aparelho funcionando em plenas condições.

Projeto NFT inovador promete dominar a maior rede Cripto do mundo; Entenda o motivo

Apesar do momento negativo que parece não ter fim, as empresas de tecnologia seguem empenhadas na criação de projetos voltados para a rede Bitcoin. Depois de discutir o polêmico projeto Ordinals e criar o padrão “BRC-20”, recentemente surgiu a mais nova invenção para a maior rede de criptomoedas do mundo.

O projeto tão inovador são os ditos selos de Bitcoin, criado pelo entusiasta no assunto e programador especialista ‘Mikeinspace‘.

Em 31 de março, o primeiro lote de 600 selos Bitcoin foi “carimbado” na blockchain BTC. O novo protocolo, está chamando a atenção por sua durabilidade, e como funções que permitem que tokens não fungíveis (NFTs) não possam ser excluídos pelos proprietários de nodos completos, ao contrário dos Ordinais.

Inovação e segurança de NFTs no mercado Bitcoin

Os Selos Bitcoin, ou “Bitcoin Stamps” é o nome do novo protocolo que permite a qualquer usuário do BTC registrar imagens finalizadas na blockchain, como se fossem pregadas de forma permanente em um banco de dados descentralizado.

Eles usam uma técnica diferente dos Ordinais, que registra os dados da imagem em um campo separado das transações normais do BTC, chamado OP_RETURN, implementado pelo Taproot, e que pode ser facilmente filtrado por usuários comuns, completos usando uma técnica chamada prunning, ou ‘poda’, em português.

Os Selos Bitcoin, por outro lado, registram dados em transações normais, conhecidas como UTXOs. Os masternodes (servidores poderosos projetados para fornecer serviços avançados na blockchain) que mantêm a rede funcionando não podem excluir transações legítimas, caso contrário, a segurança do Bitcoin será testada.

Os Stamps por conta de todos os seus benefícios adicionais, também são mais caros do que os Ordinals. Isso acontece principalmente porque eles usam um método de transação chamado P2SH, ou Pay To Script Hash, um avanço em relação a outros meios.

O preço final depende do tamanho da imagem, sendo que quanto mais complexa, maior é o tamanho do texto em Base64, que precisa ser dividido em mais transações, cada uma requerendo um pagamento proporcional em BTC.

Os NFTs de uma das maiores coleções de NFTs do mundo por exemplo, os CryptoPunks, cumprem com os requisitos recomendados e sua inserção na blockchain pode custar algo entre 8 e 20 dólares, de acordo com estimativas de especialistas.

Já imagens médias podem custar cerca de 50 dólares, ou seja, cerca de 250 reais. Não existe um teto para quão custoso pode ser carimbar o Bitcoin, mas os mais caros registrados até hoje, não chegam aos 100 dólares.