Pesquisa aponta quando Crise das Criptomoedas finalmente vai acabar

Uma nova estrutura conceitual para compreender a economia das Criptomoedas foi revelada na quinta-feira em meio a um mercado em baixa prolongado.

David Puel, pesquisador da ARK Invest, e James Check, analista sênior da Glassnode, são coautores de um white paper intitulado “Cointime Economics: A New Framework on-chain Bitcoin Analysis”.

Confira detalhado em entrevista ao Decrypt que ele “fornece um conjunto de ferramentas para compreender verdadeiramente a realidade econômica do Bitcoin e adiciona uma nova perspectiva à avaliação de mercado”.

O white paper fornece informações sobre as diferenças entre as transações atualmente não utilizadas (UTXO) e o novo modelo de “tempo da moeda” para entender o que os autores chamam de “verdadeiro peso econômico do Bitcoin”.

A economia de tempo da moeda aborda o Bitcoin de uma perspectiva temporal, o que sugere que o significado de um Bitcoin é baseado na hora em que a moeda foi movida pela última vez. Este modelo introduz um novo conceito denominado “bloco de moedas”. Basicamente, isso multiplica o número de Bitcoins pelo número de blocos criados enquanto o Bitcoin estava suspenso.

Por exemplo, manter 10 moedas durante o tempo necessário para criar 10 blocos equivale a um bloco de 100 moedas.

“A destruição de grandes blocos de moedas sugere que os detentores de longo prazo estão vendendo”, explicou o relatório. Em outras palavras, Bitcoin é “dinheiro inteligente”, que “geralmente gera retornos mais elevados ao manter saldos maiores de Bitcoin e negociar a custos mais baixos”.

Esses são os indicadores do estado atual do Bitcoin

De acordo com o documento, dois novos indicadores também podem ser usados para analisar o estado econômico do Bitcoin.

“A vitalidade” refere-se a quão ativa ou viva é a rede, ou com que frequência as moedas foram “destruídas” ou movimentadas. “Reserva” mede as moedas que estão armazenadas, aludindo a quão “inativo” é o protocolo.

“Acreditamos que a estrutura Cointime fornece uma estrutura matemática altamente consistente para medir a importância econômica de cada Bitcoin ao longo do tempo”, diz o relatório.

Para Check, ao contrário da análise tradicional de UTXO (Saída de Transação Não Gasta), que ele diz ser “muito detalhada e requer engenharia de dados específica”, o Cointime oferece uma “visão macro”.

Conheça o acordo milionário do PayPal com grande marca Web3

A Wallet de Criptomoedas MetaMask adicionou uma integração junto da plataforma financeira online PayPal à sua carteira de criptomoedas, em uma ação que agora permite que os usuários dos Estados Unidos comprem ETH (Ethereum) diretamente do aplicativo.

Por enquanto, o recurso de fato ainda não está disponível para os usuários fora dos Estados Unidos, no entanto a MetaMask tem planos para lançar lentamente o recurso para outros grandes centros ainda nas próximas semanas.

De acordo com anúncio que foi feito no dia 14 de dezembro do ano passado, a integração do PayPal só estará disponível através do aplicativo móvel MetaMask, ou seja, na versão web desktop o recurso não irá funcionar.

A extensão do navegador MetaMask já oferece aos usuários dos EUA a capacidade de comprar criptomoedas diretamente de sua carteira através da CoinbasePay, Transak, MoonPay ou Wyre.

Em comunicado oficial, o gerente de produto da MetaMask, Lorenzo Santos, afirmou que o novo recurso veio para facilitar e integrar ainda mais uma comunidade de investidores e de interessados em tecnologia web3.

“Essa integração com o PayPal permitirá que nossos usuários dos EUA não apenas comprem criptoativos sem problemas através da MetaMask, mas também explorem facilmente o ecossistema Web3″, conta Lorenzo.

Já em entrevista para o blog de tecnologia ‘Decrypt”, Lorenzo Santos disse que a integração do PayPal estará disponível na extensão do navegador de desktop da MetaMask no próximo trimestre.

Qualquer movimentação do gênero feita na nova extensão contará com uma taxa de serviço de 1% da MetaMask, que será aplicada a todas as compras, além das taxas do PayPal também aplicáveis.

O objetivo da ação entre MetaMask e PayPal

Além de serem dois dos grandes nomes da finança moderna, a junção dos dois não visa 100% na lucratividade das empresas, já que a nova integração teria como principal foco o poder de ajudar a reduzir o “atrito” no processo de integração, permitindo que aqueles que são novos no universo dos cripto ativos evitem um possível processo complicado de compra de criptomoedas por meio de uma exchange, buscando agora a facilidade na hora de ter de enviar fundos cuidadosamente para sua carteira MetaMask

A notícia chamou obviamente a atenção dos usuários do PayPal nos Estados Unidos, já que marca o mais recente movimento da empresa no mercado de criptomoedas.

O PayPal começou a oferecer aos usuários a capacidade de comprar e vender criptomoedas ainda em 2020, mas se limitando apenas as grandes Coins do mercado, sendo elas o Bitcoin, Ethereum, Bitcoin Cash e Litecoin.

Além disso, o principal era o que agora pode ser feito, já que na época os usuários não podiam transferir essas criptomoedas para outras carteiras como a MetaMask.

Binance; Empresa aposta no Brasil em lançamento de Cartão Cripto

Uma das principais corretoras de criptomoedas do mundo, a Binance anunciou no início deste mês o lançamento do seu mais novo cartão cripto no Brasil, criado totalmente em parceria com a Mastercard.

Com o nome de Binance Card, o cartão será no estilo pré-pago, no qual usuários da Binance a partir de ações no aplicativo da empresa poderão alocar seus fundos em cripto diretamente de contas na corretora para gastar através do cartão em qualquer lugar que aceite a bandeira Mastercard.

Esperado desde seu anúncio e lançamento que aconteceu primeiramente na Argentina, a Binance disse que o cartão é semelhante ao lançado na terra dos “Hermanos”, ainda ano passado e a previsão é que ele já esteja disponível para os clientes do Brasil a partir das próximas semanas.

O cartão será emitido pela ‘Dock’ e poderá ser solicitado pelos clientes diretamente no app da Binance, apenas tendo de apresentar um documento de identidade nacional válido.

Funcionalidade do cartão da Binance

Como dito anteriormente, o Binance Card vai funcionar como qualquer outro cartão pré-pago, sendo vinculado a uma conta e “carregado” para fazer compras. A diferença, claro, está na forma da qual se recarrega, que aqui será com a variedade de Criptos em sua conta, disponíveis para compra no mercado da Binance. Ou seja, os usuários poderão pagar usando 14 moedas diferentes, que sem contar o Real, são a BNB, BUSD, USDT, BTC, ETH, o fan token do Santos, ADA, DOT, SOL, SHIB, XRP, MATIC e LINK.

De acordo com informações ditas no artigo de lançamento, os pagamentos com real no cartão serão isentos de taxa, no entanto, haverá a cobrança de taxa de conversão aplicável de 0,9% nos pagamentos usando criptomoedas.

Já dentre as vantagens, a Binance já garantiu que clientes podem ganhar até 8% em cashback de criptomoeda em compras qualificadas, e até mesmo se safar de taxas ao realizar saques em caixas eletrônicos, desde que serviços de terceiros permitam.

Em nota oficial, o diretor da Binance no Brasil, Guilherme Nazar, afirmou a importância de manter um mercado ativo de usuários e projetos em terras brasileiras, já que o território é tão importante para esta atuação.

“O Brasil é um mercado extremamente relevante para a Binance e continuaremos a investir em novos serviços para os usuários locais. Meios de pagamentos são o primeiro e mais óbvio exemplo de uso das criptos, e ainda há muito espaço para o crescimento da adoção no país”, afirmou Guilherme.

País emergente surpreende e chama atenção no cenário Cripto

Apesar de estar longe de ser um gis grandes centros de compra e venda de Criptomoedas, a Nigéria se destacou no último mês após bater uma cotação de Bitcoin histórica.

De acordo com dados do indexador de preços Coingecko, no último dia do mês de janeiro, o Bitcoin chegou a bater uma média de 23.125 mil dólares, o que por si só já é alto, no entanto, para quem estava na Nigéria, o valor não era esse.

Isso porquê, o preço da criptomoeda no país Africano é muito mais alto, atingindo a casa dos 37 mil dólares conforme cotação da corretora local NairaEx.

Esse sobrepreço de 63% no país africano tem chamado a atenção no mercado cripto global, já que ele está diretamente relacionado com uma política adotada pelo Banco Central nigeriano ainda em 2022, que decretou uma lei que passa a limitar os saques de dinheiro em espécie da moeda local, a Naira, em uma tentativa de fazer o país adotar cada vez mais a moeda em formas digitais, conhecida como eNaira.

Ou seja, tal valor altíssimo de Bitcoin na Nigéria, mostra que o povo local pode sacar de caixas eletrônicos apenas 20 mil nairas, o que equivale a cerca de 43, ou algo em torno de 200 reais, sendo que pessoas físicas podem retirar um máximo de 100 mil nairas, ou 217 dólares (664 reais) por semana. Já as empresas têm um limite maior semanal, que pode chegar a 500 mil nairas, pouco menos de 2000 mil dólares.

De acordo com especialistas no assunto, esse sistema inusitado adotado pelo política econômica do País Africano gera um aumento na demanda por alternativas, como o dólar e as criptomoedas, e assim, consequentemente ajudando na elevação de preço.

Entenda a Criptomoeda oficial da Nigéria

De acordo com os dados cedidos pelo próprio país, a eNaira foi lançada em outubro de 2021 de forma oficial, acreditando-se que menos de 0,5% dos nigerianos estejam utilizando a CBDC. O número é bem pequeno se comparado com as estimativas de residentes que detêm ou negociam criptomoedas, que variam de 27% a mais de 50%, o que faz da Nigéria um dos melhores países em média de transações com Cripto.

Já a algum tempo esse que é um dos principais países do continente Africano tem se colocado como um dos expoentes da utilização em massa do Bitcoin e das stablecoins, principalmente com o foco nas transações P2P (Peer-to-Peer), que facilita a interação com as Criptos, já que tudo é precificado em dólar.

A tendência é que o uso crescente dos criptoativos na Nigéria continue, já que o sistema acompanha as dificuldades econômicas do país como uma forma de driblar o assunto.

 

Quando a Crise das Criptomoedas chegará ao fim? Especialistas respondem

Desde meados de 2022, o mercado de Criptomoedas não é o mesmo que teve um boom em 2020 e 2021, que chegou a mudar vidas e criar verdadeiros impérios. O motivo de tal queda e mudança de patamar é o chamado Inverno Cripto, que como indica o nome, chegou para congelar um dos mercados mais lucrativos do mundo.

No entanto, após mais de um ano de preocupação e crise, o cenário enfim parece estar caminhando para o otimismo, o que faz levantar a questão de que se o Inverno Cripto já chegou ao seu fim.

Apesar do cenário positivo que se forma em torno do mercado de grandes Criptomoedas, como o Bitcoin por exemplo, é difícil cravar que o inverno cripto acabou de fato e que estamos no início de um novo ciclo de alta.

De acordo com especialistas, a recuperação considerável deste início de ano foi muito por causa do cenário macro, que, se voltar a piorar, pode trazer mais quedas para o mercado Cripto.

Ou seja, ainda não tem tempo o suficiente para sustentar a hipótese que o Inverno chegou ao fim ou não.

Em entrevista à rede de notícias “Portal do Bitcoin”, o especialista no assunto Rony Szuster, afirmou que tal narrativa de fim do Inverno Cripto deve se consolidar somente no ano que vem, com a aproximação tanto do halving do bitcoin como a entrega de atualizações importantes em projetos como Ethereum.

O que fazer para o Inverno Cripto chegar ao fim

Assim como prever quando o Inverno Cripto irá acabar é difícil, descobrir um jeito de parar o mesmo também não é fácil.

Obviamente a um bom tempo os grandes chefes de corporações tentam encontrar essa resposta, até mesmo para prever uma nova onda de investimentos. Porém, algumas teorias voltam o assunto.

Uma delas é fomentada pelo gestor de portfólio da Hashdex, João Marco Cunha, que acredita que a volta do crescimento depende de um fator crucial.

“Para o inverno cripto chegar ao fim, é preciso que a conjuntura macro pare de atrapalhar e que os investidores retomem algum nível de apetite ao risco, possibilitando que os preços reflitam os avanços em fundamentos observados desde o ano passado. Por enquanto, o Bitcoin e os demais criptoativos seguem com grandes perdas em relação às máximas registradas em 2021”, declarou João também em entrevista ao portal “Portal do Bitcoin”.

Concluindo, é difícil saber na atual conjuntura quando se deve estocar, comprar ou vender Bitcoins, ETH e etc. Indo da estratégia de mercado de cada um quanto ao assunto no momento.

Veja como comprar passagens aéreas com Criptomoedas

A agência de viagens Decolar informou recentemente que começou a aceitar pagamentos em criptomoedas, como Bitcoin e ETH (Ethereum). O plano decorre de uma parceria entre a empresa e a exchange de ativos digitais Binance, além da empresa integrada de tecnologia financeira Inswitch.

Atualmente, apenas usuários da Argentina podem usar criptomoedas como forma de pagamento. No entanto, a empresa informou que implementará gradativamente a nova forma de pagamento nos demais países onde a Decolar atua. No entanto, a empresa não detalhou quando o serviço chegará ao Brasil.

Como a empresa destacou em comunicado, a mudança complementa a proposta de valor da empresa, melhora a experiência do usuário e aproxima o mundo das criptomoedas do público.

Com isso, a Decolar torna-se a primeira agência de viagens online da América Latina a aceitar criptomoedas como forma de pagamento de seus produtos e serviços, tanto em seu site quanto em seu app.

Em anúncio oficial do projeto, a gerente geral da Decolar na Argentina e Uruguai, Paula Cristi, afirmou que a entrada da marca no mundo das Criptomoedas é muito importante para a evolução de patamar da empresa.

“Sabemos que o mundo das criptomoedas já é uma realidade. Portanto, através desta aliança, todos os clientes da Decolar na Argentina poderão abordar este universo de maneira amigável. Temos orgulho de continuar agregando novas alternativas e facilidades de pagamento para que cada vez mais pessoas realizem o sonho de viajar”, revelou Paula.

Como vai funcionar o sistema de pagamento via Criptomoedas

O novo método de pagamento será feito através do Binance Pay. A solução permite enviar e receber pagamentos em criptomoeda com o suporte do Inswitch. A empresa focada em soluções bancárias e de pagamentos será responsável por converter criptomoedas em moedas locais. Ou seja, suas Criptos entrarão como ativo digital e sairão como a moeda do país em questão (quando chegar ao Brasil, em real).

Os pagamentos são apenas o primeiro passo da empreitada cripto nesse segmento de viagens, abrindo margem para uma adoção ainda mais abrangente e com espaço para crescer.

A expectativa é que graças a esta aliança, em breve outras empresas de viagens e Exchange do mercado possam formar parcerias parecidas e criar ainda mais opções de Pay no mercado.

Em entrevista ao portal de notícias argentino “Latam Como Sur”, o CEO da Switch, Maximiliano Hinz, disse estar feliz com o negócio.

“Estou feliz com esta nova aliança com a Decolar e a Binance. Isso porque a colaboração cumpre a meta da empresa de democratizar os pagamentos e permitir aos clientes seja eles qual for, em pagar o que quiser com cripto”, revelou Hinz.

Rede Bitcoin pode ter novidade espetacular para o futuro

Apesar do momento negativo que parece não ter fim, as empresas de tecnologia seguem empenhadas na criação de projetos voltados para a rede Bitcoin. Depois de discutir o polêmico projeto Ordinals e criar o padrão “BRC-20”, recentemente surgiu a mais nova invenção para a maior rede de criptomoedas do mundo.

O projeto tão inovador são os ditos selos de Bitcoin, criado pelo entusiasta no assunto e programador especialista ‘Mikeinspace’.

Em 31 de março, o primeiro lote de 600 selos Bitcoin foi “carimbado” na blockchain BTC. O novo protocolo, está chamando a atenção por sua durabilidade, e como funções que permitem que tokens não fungíveis (NFTs) não possam ser excluídos pelos proprietários de nodos completos, ao contrário dos Ordinais.

Inovação e segurança de NFTs no mercado Bitcoin

Os Selos Bitcoin, ou “Bitcoin Stamps” é o nome do novo protocolo que permite a qualquer usuário do BTC registrar imagens finalizadas na blockchain, como se fossem pregadas de forma permanente em um banco de dados descentralizado.

Eles usam uma técnica diferente dos Ordinais, que registra os dados da imagem em um campo separado das transações normais do BTC, chamado OP_RETURN, implementado pelo Taproot, e que pode ser facilmente filtrado por usuários comuns, completos usando uma técnica chamada prunning, ou ‘poda’, em português.

Os Selos Bitcoin, por outro lado, registram dados em transações normais, conhecidas como UTXOs. Os masternodes (servidores poderosos projetados para fornecer serviços avançados na blockchain) que mantêm a rede funcionando não podem excluir transações legítimas, caso contrário, a segurança do Bitcoin será testada.

Os Stamps por conta de todos os seus benefícios adicionais, também são mais caros do que os Ordinals. Isso acontece principalmente porque eles usam um método de transação chamado P2SH, ou Pay To Script Hash, um avanço em relação a outros meios.

O preço final depende do tamanho da imagem, sendo que quanto mais complexa, maior é o tamanho do texto em Base64, que precisa ser dividido em mais transações, cada uma requerendo um pagamento proporcional em BTC.

Os NFTs de uma das maiores coleções de NFTs do mundo por exemplo, os CryptoPunks, cumprem com os requisitos recomendados e sua inserção na blockchain pode custar algo entre 8 e 20 dólares, de acordo com estimativas de especialistas.

Já imagens médias podem custar cerca de 50 dólares, ou seja, cerca de 250 reais. Não existe um teto para quão custoso pode ser carimbar o Bitcoin, mas os mais caros registrados até hoje, não chegam aos 100 dólares.

Grande Equipe do Futebol Europeu paga seus atletas em Bitcoin; Entenda como

Talvez um dos precursores da “moda” que hoje está presente em grande parte das modalidades Esportivas, o AZ Alkmaar, um dos principais clubes de futebol holandeses conta com um projeto que faz com que seus jogadores, tenham a possibilidade de receber pagamentos em Bitcoin.

Através de uma parceria com a exchange de criptomoedas Bitcoin Meester, o clube passou como uma das cláusulas do contrato a oferecer parte dos salários na principal criptomoeda do mundo.

A Bitcoin Meester além da iniciativa com Bitcoins no AZ, participa diretamente em programas de ativação para a equipe, que na última temporada chegou às semis Conference League, a nova competição da UEFA que traz a campo uma reunião daqueles que são considerados o “terceiro escalão” da Europa.

Apesar de pioneiro em um segmento que apesar de interessante e em partes até vantajoso, o AZ até hoje não conta com um dos serviços que atualmente se tornou comum dentro do futebol, os Fan Tokens.

Presentes nas maiores equipes do mundo, os Fan Tokens são uma forma de aproximar a torcida do time do coração, através de iniciativas que promovem a inclusão do público em um ambiente de compra de ativos e Web3.

O AZ conta com a 4° maior torcida da Holanda, atrás dos três gigantes do país e da Europa, Feyenoord, PSV e Ajax. Tema que traz ainda mais a tona o debate do porque o time não possui seu próprio FTO (Fan Token).

Confira quanto ganham os jogadores em Bitcoin

Apesar de não ter uma das folhas salariais mais valiosas do Campeonato Holandês, muito menos de toda Europa, o AZ tem de bancar seus milhões de Euros anuais para manter seus jogadores.

Assim como a maioria dos times holandeses, o AZ é conhecido por um time jovem, que consequentemente, ganha menos, tendo os medalhões como os mais bem pagos.

Esse é o caso de Clasie, volante da equipe, de 31 anos e com experiência na Premier League e até mesmo na seleção nacional, que conta com o maior salário do plantel.

O atleta ganha anualmente na casa dos 1,1 milhões de euros por ano, mais de 7 milhões de reais segundo conversão atual.

No entanto, se esse valor for transferido para Bitcoins, ficaria algo em torno de 49 BTC (Bitcoin). Semanalmente, que é como costuma se receber no velho continente entre os atletas de futebol, Clasie recebe 0,96 BTC.

Atrás de Clasie está outro “veterano” no elenco, que pode ter a alcunha de mais experiente com apenas 24 anos, em um time de 21 anos como média de idade.

O sueco ganha anualmente 790 mil euros e semanalmente 15 mil. Convertidos para Bitcoins, esses valores iriam para 34 e 0,66 BTCs, respectivamente.

Fechando o top 3 dos salários mais altos do AZ Alkmaar, está Martins Indi, zagueiro de 31 anos que foi titular da seleção holandesa que ficou em terceiro lugar na Copa de 2014 disputada no Brasil.

O jogador ganha 600 mil euros anuais, pouco mais de 3,2 milhões de reais. Semanalmente, 11 mil euros (58 mil reais). Transferidos para Bitcoin, Martins Indi recebe algo em torno de 26,9 BTC anuais e 0,48 Bitcoins semanais.

Ethereum ou Bitcoin? Veja em qual Cripto você deve investir

As duas criptomoedas mais relevantes e valiosas do mundo, competem entre si diariamente testando qual será mais bem sucedida no futuro, que é o foco dos investimentos em ativos digitais como esse. Atualmente com uma vantagem enorme do Bitcoin, que mesmo com todas as crises segue como maior cripto do mercado, o ETH (Ethereum) corre atrás e também faz provar seu valor, sendo a Cripto mais utilizada quanto a negociações. No entanto, outro fator importante a ser considerado a não ser o lucro, é a segurança.

Para medir o quão seguro é cada Criptomoeda, especialistas analisam o quanto da própria Criptomoeda seria necessário para um ataque ao sistema.

Sendo assim, para realizar um ataque de 51% a rede Ethereum, seria necessário acumular ETH suficiente para ter 51% da potência da rede, ou seja, um valor quase que inalcançável.

Já quanto ao Bitcoin, além do gasto com todo o equipamento valioso de mineração da Cripto e uma logística de transporte e armazenamento, para se apoderar de 51% da rede, também em tese seria considerado inalcançável, já que é praticamente impossível obter 51% do poder de processamento da rede BTC (Bitcoin). Para se ter uma noção, para atacar a rede de Bitcoin, o hacker teria que desembolsar mais de 10 bilhões de dólares, cerca de 50 bilhões de reais.

Ethereum desponta como Cripto mais segura do mercado

Recentemente, o Ethereum passou por um processo de “atualização” que foi o maior de sua história. Nele, muitas de suas especificações e programação passaram por mudanças, ganhando o nome de The Merge.

Junto dessas mudanças, talvez uma das de maior destaque se dá pela mais nova segurança do Ethereum, que foi dobrada apos a atualização.

Tal melhora agora se dá pela mudança de Prova de Trabalho (PoW) para Prova de Participação (PoS).

Esse fator fez com que o custo para atacar a rede de ETH seja o dobro do necessário para atacar o Bitcoin, ou seja, mais de 20 bilhões de dólares (100 milhões de reais).

Mesmo com o BTC possuindo inúmeras pools de mineração em todo o mundo, a sua rede acabou se tornando mais vulnerável do que a do Ethereum.

Em conclusão, apesar da desvalorização recente de todo o mercado de Cripto Ativos causado pelo ‘Inverno Cripto‘, ainda existe segurança em investir em Criptomoedas, desde que seja em coins como o BTC e o ETH, que até por estarem no topo desse mercado, são referência quanto a segurança de transações e portabilidade.

O Ethereum no momento após o The Merge se destaca, e ganha ainda mais força de uso por conta da segurança contar com o fator de alta taxa de utilização da moeda, seja para compra de NFTs, investimentos ou até mesmo em Jogos Blockchain.

Especialistas apontam o futuro das Criptomoedas e NFTs

Mercado que a cada dia cresce de produção e rendimento, os NFTs atrelados aos esportes vem ocupando um grande espaço no coração (e no bolso) dos investidores em ativos digitais. Em franco crescimento, essa modalidade de tokens não fungíveis se destaca seja através de coleções ou Fan Tokens, tokens utilitários que até certo ponto são NFTs. Tudo isso, segundo a consultoria de finanças Nielsen, leva a um caminho inevitável, investimentos com caminhões de dinheiro.

De acordo com a respeitada empresa de Consultoria de Investimentos, as empresas ligadas a Web3 presente nos esportes devem investir até 2026 mais de 5 bilhões de dólares, algo em torno da casa dos 26 bilhões de reais segundo cotação atual.

O relatório de marketing esportivo da Nielsen de 2023 aponta inclusive que torcedores serão um dos principais fatores que levarão ao sucesso os patrocínios com criptomoedas.

O relatório ainda projeta que os investimentos em patrocínios de empresas web3 nos esportes aumentará mais de 700% em comparação ao ano passado, ultrapassando setores consolidados e fundamentais no mundo como um todo, como é o caso da tecnologia, que prevê um aumento de mercado de 44%, muito inferior ao de patrocínios esportivos com Criptomoedas/NFTs/Fan Tokens.

Além da tecnologia, o segmento supera o de empresas automobilísticas, indústrias e até mesmo a energia.

Investimento Cripto no Esporte pode ser solução do futuro

Assim como uma bola de neve, quanto mais cresce de tamanho a influência do setor de investimentos web3 no esporte, mais cresce as vertentes relacionadas.

Exemplo disso e, que já dá sinais agora, são os NFTs ou artigos no geral relacionados a ídolos do esporte.

Ainda segundo estudo da Nielsen o aumento da procura e “confiança” do público amante de esportes em cima de ídolos subiu exponencialmente.

De acordo com relatório, mais de 26% dos fãs de esporte buscam notícias, redes sociais e itens personalizados de seus ídolos em respectivos esportes.

A subida nesse segmento garante ainda mais conteúdo para a produção de Tokens Não Fungiveis e ativos digitais que impulsionam momentos de confraternização e aproximação da torcida com o ídolo.

Especialistas dizem inclusive, que essa “paixão” pelos atletas podem até ser mais representativas do que com entidades e são uma ótima maneira de se conectar com os patrocinadores que mantêm acordo com as devidas lendas.

Um exemplo desse levantamento que já se prova recente, é a subida no hype de coleções de tokens não fungíveis como a Autograph.io. O marketplace, gerido através de uma iniciativa do astro da NFL Tom Brady, reúne em cards, autógrafos de grandes lendas que já passaram ou ainda se mantêm nos esportes. Como é o caso de Simone Biles, Tiger Woods, Wayne Gretzky, além do próprio Tom Brady.

O apego afetivo criado em cima da coleção, já que possui uma assinatura verificada digitalmente pelos atletas, traz mais público, principalmente daqueles que além do lucro, buscam uma coleção de itens que em breve se farão escassos.