Apostando na Era Digital: Conheça as vantagens da Loteria Online

Segundo o Repositório Institucional da ENAP, 4% da população brasileira joga na loteria. Pode não parecer muito, mas equivale a quase seis milhões de pessoas (um número que muito provavelmente aumentou desde que o estudo foi lançado). 
A popularidade da loteria no Brasil não é novidade, mas sabia que existem cada vez mais pessoas a jogar na loteria online?
A loteria online é mais conveniente, segura, ou inclusiva, e promete ser o futuro das apostas na Mega-Sena, Lotofácil, ou Powerball no Brasil. Por isso, vamos conhecer suas principais vantagens:

Conveniência: Jogar a qualquer hora e em qualquer lugar

A conveniência é normalmente a grande vantagem de um serviço online, e o caso da loteria online não é exceção. Com a loteria online, você pode jogar na Lotofácil, Mega-Sena, e outros sem sair de casa e sem ter que prestar atenção a horários. Além disso, evita filas irritantes, o que ajuda a poupar tempo.
Em suma, jogar na loteria online é muito mais rápido, confortável, e eficiente do que jogar na loteria tradicional.

Segurança: Perder o bilhete? Nunca mais!

A loteria online é mais segura do que a loteria tradicional porque não depende de um bilhete físico que pode ser facilmente furtado ou perdido. Em 2007, por exemplo, a Globo noticiou que um homem brasileiro disse ter perdido um bilhete de loteria com o valor de 40 milhões de reais! Com um bilhete virtual, guardado em um servidor seguro, tal nunca seria possível.

Inclusividade: Todas as loterias em um só lugar

Sabe como o seu celular é um relógio, calculadora, bússola, e pequeno computador num só dispositivo? Ora, a loteria online tem um efeito semelhante, unindo em um só lugar as diversas modalidades lotéricas disponíveis no Brasil. 
Ou seja: não precisa de ir a um balcão para apostar na Mega-Sena e a outro balcão para apostar na Powerball—na verdade, pode apostar em todas as suas loterias favoritas no mesmo sítio web ou aplicativo.

Conhecimento: Acesso a estatísticas e resultados

A big data é uma caraterística central da Web3, que cada vez mais se baseia em tecnologias que dependem de grandes bases de dados, como a Inteligência Artificial. 
Ao optar por jogar na loteria online, você tem acesso a uma grande base de dados com estatísticas e resultados.
Ganhar na loteria depende ultimamente de sorte, mas o acesso ao conhecimento é uma vantagem preciosa em qualquer atividade. Esse conhecimento não está disponível fora da Internet.

Pagamentos: Diversos métodos disponíveis

Já alguma vez pensou em comprar um bilhete lotérico na loja da esquina e depois mudou de ideias por não ter dinheiro espécie consigo? Isso nunca aconteceria se você jogasse na loteria online.
Os métodos de pagamento disponíveis em sítios web ou aplicativos lotéricos variam de serviço para serviço, mas são geralmente mais abrangentes do que aqueles disponíveis em balcões físicos. Na nossa pesquisa, descobrimos soluções de pagamento como cartão de crédito (VISA/MasterCard), PaySafeCard, Neteller, ou Skrill. A diversidade de métodos de pagamento disponíveis faz com que seja muito mais rápido jogar na loteria—cabe-lhe a si e apenas a si escolher como pagar!

Governo Lula coloca imposto sobre Bitcoin

O presidente Lula (PT) aprovou uma lei (PL 4.173/2023) que impõe uma taxação de até 15% sobre Bitcoin e criptomoedas detidas por brasileiros em exchanges estrangeiras como a Binance. O projeto foi aprovado pelo Senado no final de novembro, impondo uma taxa inexistente a esses tipos de fundos de investimento.

Desta forma, o imposto sobre investimentos aplica-se aos rendimentos provenientes de aplicações financeiras, incluindo criptomoedas, lucros e dividendos de entidades controladas estrangeiras (offshore) e trustes.

Portanto, todos os usuários que detêm mais de R$ 6 mil em criptomoedas de empresas estrangeiras como Binance, Bitget, Gate.io, etc. Crypto.com, Coinbase, Bitfinex, OKX, Crypto.com, Bybit, etc. Devem pagar até 15% de imposto.

Especialista aponta polêmica em decisão de Lula

Em entrevista para o portal de notícias ‘CoinTelegraph’ o tributarista da VBSO Advogados, Diogo Olma Ferreira, algo que tem causado polêmica nessas alterações da Lei 14.754/2023 é a inclusão de “ativos virtuais” na forma de aplicações financeiras para efeito de declaração de aplicação de um novo regime tributário para criptomoedas.

“No entanto, poderá haver uma dificuldade prática em definir quando um ativo virtual está “localizado” no exterior. Caberá à Receita Federal editar regulamentação sobre esse ponto, mas existe espaço para controvérsias a depender dos critérios que venham a ser adotados pelas autoridades fiscais”, afirmou Diogo.

Criptomoeda ligada ao Dólar dispara na Argentina e empolga investidores

O Criptodólar, uma criptomoeda pareada ao dólar, registrou uma forte valorização em relação ao peso argentino após vitória do candidato a presidência do país Javier Milei. O movimento da stablecoin ocorreu devido ao hype das propostas de Milei que derrotou o candidato governista Sergio Massa.

Dados da empresa de tecnologia blockchain Ripio apontam que o Criptodólar valorizou mais de 5% em relação ao peso nas 24 horas seguintes à eleição do novo presidente. Na última semana, quando o resultado da eleição ainda não havia sido divulgado, a stablecoin estava cotada a 957 pesos argentinos, dias depois o seu preço é de 1.023 pesos argentinos.

As stablecoins se tornaram uma alternativa popular na Argentina como forma de ter exposição ao dólar por meio de uma opção de investimento mais prática e acessível, facilitando operações de compras e venda em meio ao caos monetário que o país passa com os pesos super desvalorizados. No caso do Criptodólar, o ativo é pareado à moeda norte-americana, o que significa que 1 Criptodólar equivale a de fato 1 dólar.

O que são Stablecoins?

Stablecoins são um tipo de criptomoeda cujo valor está “atrelado” a um ativo estável, como o dólar americano ou o ouro. Eles mantêm essas portas usando dólares, outras criptomoedas ou uma combinação das duas mantidas em contas bancárias controladas pelos EUA.

Os Stablecoins visam tornar o investimento em criptomoedas mais adequado para negociações regulares, fornecendo uma alternativa à alta volatilidade das criptomoedas mais populares.

Série de TV mostra que jovens podem invadir sistema de Criptomoedas; Entenda

Surfando na onda de popularidade das Criptomoedas, a Amazon lançou recentemente em seu serviço de streaming, o Prime Video, uma nova série original apresentando uma história sobre jovens que começam uma “briga” envolvendo Criptomoedas com o sistema financeiro tradicional.

A série “Coin Digger”, ou como foi traduzida no Brasil, “Mineradores Digitais”, é uma produção de origem tailandesa que conta uma história real de um grupo de jovens que, em 2019, tentaram derrubar o antigo sistema financeiro do país baseado em moeda fiduciária usando suas próprias Criptos.

Coin Digger ainda trata de um plano de fundo que mostra os primórdios das Criptomoedas na Tailândia, quando o bilionário do ramo imobiliário, Trin, é um dos poucos que se interessam por esse mercado no país asiático. Enquanto do outro lado da moeda, Bank, um misterioso aluno do MIT, procura uma equipe para ajudá-lo a construir uma plataforma Cripto.

Todos os episódios da primeira temporada da produção já estão disponíveis na plataforma.

Outras séries sobre Criptomoedas em Streamings

Recentemente, grandes empresas do mercado global de filmes começaram a se concentrar nos trabalhos mais importantes nos mercados de criptomoedas, blockchain, NFT e metaverso. Isso deixa amplo espaço para produção independente. Seja qual for o estúdio, a verdade é que não faltarão filmes e documentários sobre o tema em 2024.

Nomes como Rise of The Bitcoin, Magic Money e Crypto, são alguns dos ótimos filmes/documentários que tratam do assunto e são bem avaliados pela crítica. O último citado inclusive, é estrelado por uma das maiores estrelas de Hollywood, Russel Crowe, famoso por produções como Gladiador, Robin Hood e Uma mente brilhante.

Muito das produções envolvendo o assunto Cripto estão disponíveis gratuitamente no YouTube, no entanto, é questão de tempo para que grandes produtoras e principalmente Streamings, comecem a explorar esse universo.

ABCripto adiciona gigante da Economia em seu portfólio; Veja

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) anunciou no meio do mês passado que adicionou a Visa como novo membro. O Bitcoin, líder mundial em pagamentos digitais, chegou “para fortalecer suas atividades para o desenvolvimento da indústria no Brasil”, segundo nota enviada ao portal Bitcoin.

“Este é um evento importante para o mercado de ativos digitais”, disse o CEO da ABCripto, Bernardo Srur, sobre a adesão da empresa à associação, acrescentando: “É mais um passo importante para a empresa no desenvolvimento do ecossistema financeiro brasileiro”.

Segundo a ABCripto, a Visa, com presença em mais de 200 países e territórios, está trabalhando com sua comunidade de emissores e parceiros para ampliar o acesso aos métodos de pagamento digital e potencializar o potencial da atividade de criptomoedas, abrindo novos horizontes de oportunidades para a indústria.

“Temos muita satisfação em fazer parte da ABCripto, associação focada em discutir o futuro, os desafios e as inovações que as moedas digitais podem trazer para o mercado financeiro”, enfatiza Eduardo Abreu, Vice-Presidente de Novos Negócios da Visa do Brasil.

Abreu também enfatizou a importância do ecossistema de criptomoedas do Brasil e a inclusão de empresas na associação para levar segurança e inovação a novos cenários e players.

ABCripto conta com portfólio de sucesso no mundo financeiro

Agora com a chegada da Visa, a ABCripto passa a contar com 32 membros no seu portfólio recheado de parceria de sucessos, sendo os de mais destaque nomes como Foxbit, Mercado Bitcoin, Bitso, 99Pay, Mastercard, Itaú Unibanco, Socios.com e Chiliz.

Desses nomes temos marcas que cada dia mais vão se consolidando no cenário nacional após dominar o mundo.

Socios.com e Chillz são provas disso, já que inclusive como parceiras, estão entre as plataformas de negociações de NFTs e Criptomoedas mais notáveis na Europa e América do Norte, principalmente devido ao projeto de Fan Token da Socios, que chegou ao Brasil como uma febre e hoje está em todos os grandes times de futebol do país.

Do auge a queda; Conheça a Memecoin que deixou investidores milionários

Uma nova Criptomoeda da categoria Memecoin, chamada PEPE (Pepecoin) está fazendo sucesso nas últimas semanas. Afinal, a mesma foi responsável por literalmente “criar” novos milionários no universo das Cripto. Isso ocorreu porque, devido a uma valorização explosiva de 50 mil vezes mais seu valor normal a moeda digital criada em 17 de abril chegou a uma capitalização de mercado de 1 bilhão de dólares, ou seja, quase 5 bilhões de reais, superando grandes nomes da área, como Axie Infinity (AXS) e Decentraland (MANA).

No início de maio, o token novamente até experimentou um novo rali de 10.000%, dobrando os fundos dos investidores 100 vezes.

Porém a preocupação veio para aqueles que se mantém como investidores do projeto, já que se o ativo subir muito rápido, a tendência oposta também ocorrerá em um curto período de tempo. Prova disso foi que na última semana, a Pepe Coin despencou, e seu valor de mercado evaporou cerca de 150 milhões de dólares, tendo desvalorizado mais de 45% em alguns períodos do dia.

Da onde veio a PEPE?

A Pepe Coin começou, nada mais e nada menos, como um meme de um sapo verde simpático baseado em um desenho do cartunista Matt Furie criado anos atrás. Não demorou muito para que a imagem se tornasse famosa nos fóruns da internet e se tornasse um token, algo como aconteceu com a já consolidada Dogecoin (DOGE), o Memecoin mais famoso do mercado Cripto.

É nisso que se baseia a criptomoeda dos memes, se vem de um meme da internet ou tem alguma outra qualidade humorística. Além do mais, a criptomoeda pode ser criada por qualquer pessoa que saiba sobre programação.

No caso da Pepe Coin, ela foi desenvolvida na rede Ethereum, que é a plataforma mais popular, esse que foi um dos grandes motivos de sua valorização.

Como o lançamento ocorreu em uma rede com alto volume financeiro, facilitou a troca de ETH por Pepe Coin. Mas o que realmente chamou a atenção do mercado foi o fato de se tratar de uma corretora centralizada, com traders e robôs que tratam desses lançamentos. Portanto, um token que passou pelo processo de listagem de uma corretora como a Binance, a maior do mundo, mostra que não havia critérios para escolher.

Sendo assim, a própria gigante Binance justificou a alta listagem da Cripto devido a sua popularidade, seja do meme ou do lançamento em si da Criptomoeda.

 

Hackers da Coreia do Norte aplicam golpe milionário envolvendo Criptomoedas

No início desta semana, uma notícia envolvendo um Ataque Hacker abalou o mercado de Criptomoedas da Ásia. Isso porque, teria sido divulgada a informação de que grupos de hackers ligados à Coreia do Norte roubaram mais de 721 milhões de dólares em Criptos do Japão desde 2017.

A notícia foi informada pelo jornal de negócios ‘Nikkei’ na segunda-feira, citando pesquisa do provedor britânico de análise de blockchain Elliptic. O valor corresponde a 30% de suas perdas totais em todo o mundo, informou o jornal.

O relatório veio depois que os ministros das finanças do G7 e os governadores dos bancos centrais disseram em comunicado no último sábado, dia 13, que apoiam medidas para enfrentar a crescente ameaça de atividades ilícitas de atores governamentais, como o roubo de criptoativos.

Grupos ligados ao governo norte-coreano roubaram um total de 2,3 bilhões (mais de 10 bilhões de reais) em criptomoedas de empresas ao redor de todo mundo entre 2017 e 2022, segundo a Elliptic.

Em abril, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos alertou que cibercriminosos norte-coreanos, incluindo espalhadores de ransomware, ladrões e fraudadores, estavam usando serviços financeiros descentralizados (DeFi) para enviar dinheiro e lavar dinheiro.

As chamadas plataformas DeFi permitem serviços financeiros usando criptoativos e stablecoins sem passar por bancos.

Especialistas apontaram vulnerabilidade no sistema global de Criptomoedas

Em uma nova avaliação de risco do financiamento ilegal de plataformas DeFi, o Departamento do Tesouro Americano descobriu que os criminosos estão explorando vulnerabilidades nos sistemas financeiros para combater a lavagem de dinheiro e o combate ao terrorismo, tanto no país quanto no exterior.

De acordo com o estudo, os serviços DeFi que não cumprem os regulamentos AML/CFT apresentam os maiores riscos financeiros do setor.

O Brasil não foi citado em nenhum desses documentos de forma específica, no entanto, sendo um dos países com a comunidade mais ativa no mercado de Criptomoedas, é de se esperar que sim, o território brasileiro também não esteja seguro de ataques cibernéticos envolvendo investimentos no mundo digital.

Mais um grande nome das Criptomoedas é preso em meio a crise

Alex Mashinsky, fundador e ex-CEO da empresa de empréstimo de criptomoedas falida Celsius Network, foi preso na manhã de quinta-feira em meio à investigação das autoridades dos EUA sobre o colapso da empresa, que resultou em perdas para milhares de investidores.

A Bloomberg noticiou a prisão por uma pessoa familiarizada com o assunto, que pediu para não ser identificada porque o caso criminal é privado.

A Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA também entrou com uma ação contra Mashinsky e Celsius na quinta-feira. Em documentos divulgados hoje, os reguladores dos EUA alegam que, de março de 2018 a junho de 2022, Celsius e seu fundador, Alex Mashinsky, “coletaram bilhões de dólares de investidores por meio da oferta e venda fraudulenta e não registrada de títulos de criptomoeda”.

No processo, os reguladores dos EUA buscam impedir Mashinsky de comprar, oferecer ou vender criptomoedas e liberá-los de “qualquer forma de enriquecimento ilícito decorrente de suposta conduta ilegal”. A SEC também exige que os contratados paguem multas civis, que são determinadas pelos tribunais.

Como a Celsius chegou ao fundo do poço

Os reguladores observaram que a Celsius caiu em junho de 2022, quando a empresa interrompeu todos os saques, impedindo os investidores de acessar bilhões de dólares em criptoativos confiáveis na plataforma.

No mês seguinte, em julho de 2022, a Celsius pediu concordata, dizendo que o passivo da empresa excedia seus ativos em quase US$ 1,2 bilhão.

Como a Dirty Bubble Media relatou no Twitter, o processo e a prisão de Alex Mashinsky pela SEC ocorre um ano depois que a empresa, que foi uma das primeiras a descobrir o esquema de fraude da Celsius, pediu concordata.

Além da SEC, Celsius e Alex Mashinsky também estão sujeitos a investigações do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ), da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e da Federal Trade Commission (FTC).

A CEL relata que o Departamento de Justiça acusou o diretor de receita de Mashinsky e Celsius, Ronnie Cohen-Pavon, de “desenvolver um plano de um ano para enganar os clientes” sobre o valor de mercado e os lucros do token nativo da empresa. A acusação alega que Mashinsky fez declarações públicas “falsas e enganosas” sobre suas vendas da CEL.

O processo da CFTC acusa a Celsius e seus funcionários de “fraudar centenas de milhares de clientes, deturpando a segurança e a lucratividade de sua plataforma financeira baseada em ativos digitais”.

Ethereum ou Bitcoin? Veja em qual Cripto você deve investir

As duas criptomoedas mais relevantes e valiosas do mundo, competem entre si diariamente testando qual será mais bem sucedida no futuro, que é o foco dos investimentos em ativos digitais como esse. Atualmente com uma vantagem enorme do Bitcoin, que mesmo com todas as crises segue como maior cripto do mercado, o ETH (Ethereum) corre atrás e também faz provar seu valor, sendo a Cripto mais utilizada quanto a negociações. No entanto, outro fator importante a ser considerado a não ser o lucro, é a segurança.

Para medir o quão seguro é cada Criptomoeda, especialistas analisam o quanto da própria Criptomoeda seria necessário para um ataque ao sistema.

Sendo assim, para realizar um ataque de 51% a rede Ethereum, seria necessário acumular ETH suficiente para ter 51% da potência da rede, ou seja, um valor quase que inalcançável.

Já quanto ao Bitcoin, além do gasto com todo o equipamento valioso de mineração da Cripto e uma logística de transporte e armazenamento, para se apoderar de 51% da rede, também em tese seria considerado inalcançável, já que é praticamente impossível obter 51% do poder de processamento da rede BTC (Bitcoin). Para se ter uma noção, para atacar a rede de Bitcoin, o hacker teria que desembolsar mais de 10 bilhões de dólares, cerca de 50 bilhões de reais.

Ethereum desponta como Cripto mais segura do mercado

Recentemente, o Ethereum passou por um processo de “atualização” que foi o maior de sua história. Nele, muitas de suas especificações e programação passaram por mudanças, ganhando o nome de The Merge.

Junto dessas mudanças, talvez uma das de maior destaque se dá pela mais nova segurança do Ethereum, que foi dobrada apos a atualização.

Tal melhora agora se dá pela mudança de Prova de Trabalho (PoW) para Prova de Participação (PoS).

Esse fator fez com que o custo para atacar a rede de ETH seja o dobro do necessário para atacar o Bitcoin, ou seja, mais de 20 bilhões de dólares (100 milhões de reais).

Mesmo com o BTC possuindo inúmeras pools de mineração em todo o mundo, a sua rede acabou se tornando mais vulnerável do que a do Ethereum.

Em conclusão, apesar da desvalorização recente de todo o mercado de Cripto Ativos causado pelo ‘Inverno Cripto‘, ainda existe segurança em investir em Criptomoedas, desde que seja em coins como o BTC e o ETH, que até por estarem no topo desse mercado, são referência quanto a segurança de transações e portabilidade.

O Ethereum no momento após o The Merge se destaca, e ganha ainda mais força de uso por conta da segurança contar com o fator de alta taxa de utilização da moeda, seja para compra de NFTs, investimentos ou até mesmo em Jogos Blockchain.

Especialistas apontam o futuro das Criptomoedas e NFTs

Mercado que a cada dia cresce de produção e rendimento, os NFTs atrelados aos esportes vem ocupando um grande espaço no coração (e no bolso) dos investidores em ativos digitais. Em franco crescimento, essa modalidade de tokens não fungíveis se destaca seja através de coleções ou Fan Tokens, tokens utilitários que até certo ponto são NFTs. Tudo isso, segundo a consultoria de finanças Nielsen, leva a um caminho inevitável, investimentos com caminhões de dinheiro.

De acordo com a respeitada empresa de Consultoria de Investimentos, as empresas ligadas a Web3 presente nos esportes devem investir até 2026 mais de 5 bilhões de dólares, algo em torno da casa dos 26 bilhões de reais segundo cotação atual.

O relatório de marketing esportivo da Nielsen de 2023 aponta inclusive que torcedores serão um dos principais fatores que levarão ao sucesso os patrocínios com criptomoedas.

O relatório ainda projeta que os investimentos em patrocínios de empresas web3 nos esportes aumentará mais de 700% em comparação ao ano passado, ultrapassando setores consolidados e fundamentais no mundo como um todo, como é o caso da tecnologia, que prevê um aumento de mercado de 44%, muito inferior ao de patrocínios esportivos com Criptomoedas/NFTs/Fan Tokens.

Além da tecnologia, o segmento supera o de empresas automobilísticas, indústrias e até mesmo a energia.

Investimento Cripto no Esporte pode ser solução do futuro

Assim como uma bola de neve, quanto mais cresce de tamanho a influência do setor de investimentos web3 no esporte, mais cresce as vertentes relacionadas.

Exemplo disso e, que já dá sinais agora, são os NFTs ou artigos no geral relacionados a ídolos do esporte.

Ainda segundo estudo da Nielsen o aumento da procura e “confiança” do público amante de esportes em cima de ídolos subiu exponencialmente.

De acordo com relatório, mais de 26% dos fãs de esporte buscam notícias, redes sociais e itens personalizados de seus ídolos em respectivos esportes.

A subida nesse segmento garante ainda mais conteúdo para a produção de Tokens Não Fungiveis e ativos digitais que impulsionam momentos de confraternização e aproximação da torcida com o ídolo.

Especialistas dizem inclusive, que essa “paixão” pelos atletas podem até ser mais representativas do que com entidades e são uma ótima maneira de se conectar com os patrocinadores que mantêm acordo com as devidas lendas.

Um exemplo desse levantamento que já se prova recente, é a subida no hype de coleções de tokens não fungíveis como a Autograph.io. O marketplace, gerido através de uma iniciativa do astro da NFL Tom Brady, reúne em cards, autógrafos de grandes lendas que já passaram ou ainda se mantêm nos esportes. Como é o caso de Simone Biles, Tiger Woods, Wayne Gretzky, além do próprio Tom Brady.

O apego afetivo criado em cima da coleção, já que possui uma assinatura verificada digitalmente pelos atletas, traz mais público, principalmente daqueles que além do lucro, buscam uma coleção de itens que em breve se farão escassos.