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CEO da Sorare faz previsões animadoras sobre o futuro dos NFTs

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Após um 2021 de completa êxtase quando ao universo dos NFTs, 2022 chegou com a bomba do ‘inverno cripto‘, que diferente do que o nome sugere, derreteu ativos digitais dos mais variados tipos, inclusive os tokens não fungíveis. No entanto, para o CEO de uma das maiores companhias de NFTs do mundo, a Sorare, os usuários podem ficar tranquilos, porque o futuro desses ativos da web3 são animadores.

O nome do cartola e intusiasta é Nicolas Júlia, Francês idealizador da Sorare, o projeto de Fantasy Game baseado em futebol e em cima de uma tecnologia Blockchain em Ethereum, que dominou as plataformas de comercialização de cards/NFTs no mundo.

Em 2021, a Sorare faturou uma média de 200 milhões de euros mensais em movimentos quanto às suas NFTs. Em 2022 esse setor se manteve avassalador e nem a queda dos ativos diminuiu tanto suas vendas.

O Fantasy Game funciona da seguinte forma. O usuário monta seu time de 5 jogadores (goleiro, defensor, meio campista e atacante), a partir de cartas que encontra no próprio mercado do game ou em marketplaces como o Sorare.

Podendo ser comprados em Ethereum, o preço dos cards variam de acordo com sua raridade e escassez, que definem que tipo de time e atleta podem ser inscritos em determinados campeonatos dentro do game, que dão prêmio aos jogadores.

Com mais de 100 times totalmente licenciados atualmente, a Sorare hoje luta pelo completo domínio das principais ligas do futebol, mantendo relação estreita com craques e times para criar NFTs especiais que são vendidos por milhares de euros todos os dias.

Tendo em vista todo esse seu projeto, Nicolas Júlia apresentou em artigo para a revista ‘Sapo Brasil’, 4 fatores no qual o mesmo acredita que se concretizaram no futuro das NFTs.

Veja as previsões de CEO sobre o futuro das NFTs

A primeira coisa relatada por Nicolas sobre o crescimento das NFTs ainda em 2022 será a sua função de proporcionar experiências exclusivas.

Muito além de apenas um ativo ou uma peça para coleção, os token não fungiveis deverão servir para abrir “passagens” que mudarão a forma de como se leva a indústria de entretenimento, seja no futebol, música ou cinema.

Isso de fato vem ocorrendo, como por exemplo com o lançamento de Fan Tokens, que muito além do que só Criptomoedas de times, se popularizaram pela sensação de poder e mudança no clube do coração que causa na torcida.

O segundo ponto se trata de empresas já consolidadas no universo dos games passarem a investir nas NFTs.

Até aqui os projetos bombados de tokens vieram de empresas inicialmente independentes sem grande história ou relevância anterior.

Com o boom desse segmento, é de praxe que as multinacionais entrem no ramo, e os videogames não devem ser diferente.

Apesar da previsão, feira em janeiro, até aqui nenhuma grande indústria dos games resolveu de fato cair de cabeça e deixar o mercado de NFTs ainda mais mainstream, no entanto, projeto semanalmente são especulados.

Em terceiro Nicolas Júlia citou os NFTs como um grande propulsor para os esportes femininos, que hoje, são fortemente negligenciados.

A chegada dos ativos no esporte feminino pode alavancar uma base de fãs que ainda não existe, de forma tão grande quanto em esportes masculinos.

Por fim, algo que não é tão animador mas servirá de aprendizado e experiência para muitos empreendedores que desejam entrar no ramo.

O francês acredita que muitos NFTs irão falhar na tentativa de seus projetos, dando prejuízo ao longo do tempo. Sendo assim, o mesmo recomenda cuidado em investimentos de pouca fama achando que estão descobrindo o novo ouro, quando podem estar caindo em um ‘void’ de derretimento de ativos.

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