Mercado Livre cria sua própria Criptomoeda

Supermercado Online de origem Argentina, hoje, o Mercado Livre é uma das grandes empresas no cenário sul-americano, principalmente no Brasil, onde através de sua subsidiária, ao lado da Amazon domina o mercado de Shopping online. Tudo isso atrelado ao DNA e propósito da empresa de oferecer soluções de tecnológicas para o comércio eletrônico, foi anunciado a criação da Mercado Coin, Criptomoeda própria do Mercado Livre.

Anunciada no último mês de agosto, a cripto deve funcionar dentro dos padrões estabelecidos no marketplace, disponíveis para compra, venda e pagamentos.

Inicialmente, o Brasil será agraciado como o país pioneiro quanto ao sistema, por ser um dos principais centros de ação do Mercado Livre. No entanto, a ideia é que em pouco tempo o plano seja levado para outros países.

A mercado coin será lançada na plataforma do Mercado Pago, braço financeiro da empresa no setor de pagamentos.

De acordo com anúncio oficial do Mercado Livre, a criptomoeda deve ser lançada de forma oficial na plataforma nos próximos meses, com a cotação já pré-estabelecida de 10 centavos de dólar, mais de 50 centavos de real.

Situada na rede Blockchain ETH (Ethereum), o projeto da Cripto do Mercado Livre vem sendo muito bem avaliada dentre as impressões iniciais de especialistas, principalmente quanto a segurança das operações, garantida pela rede do segundo maior Cripto Ativo do mundo.

Como dito anteriormente, as mercado coins serão acumulados como tokens que poderão ser utilizados em compras dentro do marketplace.

Ainda dentro dos benefícios e promessas dentro da iniciativa, o Mercado Livre receberá o auxilia da Ripio, com a custódia das Criptomoedas. A Ripio é uma das maiores plataformas de criptoativos da América do Sul.

Apesar de todos os sinais de que esse novo projeto de Criptomoedas do Mercado Pago seja uma iniciativa promissora, alguns usuários mais calejados de dentro do universo das criptomoedas, não estão gostando da ideia de mais uma cripto emitida e atrelada a uma empresa privada, na mesma medida que não apoiam totalmente as stablecoins e os ativos digitais ligados a Bancos, os CDBCs.

Mercado Livre já conta com ações envolvendo Criptomoedas

A introdução da nova Criptomoeda do Mercado Pago apesar de inovadora, não é a primeira ação da empresa quanto a investimentos no mercado web3. Isso porque, já a algum tempo a plataforma já permite a compra de produtos atraves das principais Criptos do mercado, como por exemplo BTC (Bitcoin) e o Ethereum, as duas principais moedas digitais do mundo. Além delas, está disponível também as transações através de USDP, o chamado Pax Dollar, stablecoin da Paxos, que é a empresa parceria responsável pela intermediação entre as criptomoedas e o Mercado Pago.

Quanto a outra inovação que já existe, de acordo com especulações, deve ser integrada ao sistema de Criptomoedas, as trocas por milhas. Ou seja, seria possível trocar o novo token do Mercado Livre, ou outras criptomoedas, por milhas, como uma maneira não só de incentivar novos clientes a adoção de milhas, mas também, na introdução no mercado cripto através da plataforma Mercado Pago.

Brasil aparece em 7° no ranking de países que mais consomem Criptomoedas; Descubra quem está no top 3

Apesar do Inverno Cripto e de uma situação desagradável dentro do mercado de ativos digitais, as criptomoedas se mantêm em alta na popularidade e seguem atraindo adeptos e investidores. Esse fato levou o Brasil a se tornar um grande nome quanto a adoção das criptomoedas na sociedade, acompanhando uma tendência em todo o mundo.

De acordo com um levantamento feito pela exchange de criptomoedas Triple A, o Brasil está atualmente na sétima colocação do ranking global no consumo de Criptomoedas.

Tais dados concluíram que no Brasil existam 16,6 milhões de usuários de Cripto, que em comparação com a população total do país, bate 7,75% da população brasileira.

A efeito de informação extra, dados demográficos apontam que desses 16,6 milhões de usuários de Cripto, 63% são homens e os outros 37% mulheres.

Confira os 3 países que mais consomem Criptomoedas no mundo

Ainda de acordo com as estatísticas em cima do ranking da Triple A, o Estados Unidos é o país com a maior adoção de Criptomoedas no mundo.

O país norte-americano conta com mais de 46 milhões de usuários de Cripto, o equivalente a 13,74% da população total.

Na segunda colocação está a Índia, que conta com 27,4 milhões de usuários de criptomoeda, que naturalmente equivalem a uma porcentagem bem menor do que os outros países, devido a população que é a maior de todo o planeta. Sneod assim, em termos percentuais, os mais de 27 milhões de usuários cripto equivalem a cerca de 2% da população.

Por fim, concluindo o top 3, está o Paquistão,que surpreendentemente aparece com 26,4 milhões de detentores de criptomoedas, o que corresponde a 11,5% da população paquistanesa.

Quanto ao resto do ranking, contabilizado em porcentagem, o Brasil está atras ainda de países como a África do Sul, com 12.45%, do Quênia com 11,60%, da Nigéria com 10,34%, da Rússia com 10,10% e até mesmo da Venezuela, com 9.02%.

Atrás do Brasil, estão o Vietnã e a China, com a mesma porcentagem de 10% da população total.

Agora quanto ao país com menos usuários portadores de Criptomoedas, está Mônaco, com apenas 546 pessoas acessando e comprando Criptomoedas.

Em questão estatística de maior número de usuários dentro de um único país, quem se destaca é o Vietnã, que em relação a sua população possui 20,27% dos vietnamitas com acesso a criptomoedas, mais de uma a cada cinco pessoas.

O país asiático vem seguido da Ucrânia, onde 15.72% possui Criptomoedas. E no terceiro lugar está o Estados Unidos da América, com os 13,74% já ditos anteriormente.

Ainda segundo a Triple A, em números globais, contabilizando a população terrestre, estima-se que em média 4,2% da população global é usuária de Criptomoedas, ou seja, mais de 320 milhões de portadores das mais variadas criptos em todo o mundo.

Descubra o nome do cartão que dá cashback em Bitcoin para os usuários

Em um movimento que hoje vem se tornando comum, mas que promete ser o futuro dos investimentos em ativos digitais, a plataforma Argentina bancária focada na compra e venda de criptomoedas, Ripio, é a mais nova exchange a chegar em território brasileiro trazendo uma novidade das mais interessantes para o público interessado.

Visando expandir seus negócios ao redor da América Latina, foi lançado no Brasil o Ripio Card, uma espécie de cartão pré-pago internacional, com mecanismo envolvendo Criptomoedas.

Situado em uma rede da VISA, por conta de uma parceria com a bandeira, o cartão poderá ser usado como qualquer outro cartão VISA, desde que os comércios aceitem tal bandeira.

Tendo isso em vista, o objetivo da Ribio é claro quanto a introdução ainda maior das Criptomoedas na sociedade, já que por conta das Criptomoedas existentes dentro da conta do usuário na plataforma, permite que seja possível comprar itens do dia a dia até os mais complexos diretamente com ativos digitais, apenas passando o cartão.

As vantagens e como funciona o cartão de Criptomoedas

Sendo um cartão pré-pago, o cartão da Ripio funciona como qualquer outro do gênero, já que permite que uma compra seja feita desde que o saldo necessário esteja disponível em conta como saldo para os clientes na plataforma.

Sendo assim, esse fator de pré-pago já leva para a primeira e uma das principais vantagens em se obter tal cartão.

A partir do momento que o usuário conta com o cartão da Ripio, se extingui a necessidade de análise, aprovação, reprovação, documentação e papelada na hora de criação de uma “carteira” e crédito para aprovação.

Sem cobrar taxa de aquisição, anualidade e muito menos mensalidade, o cartão ainda promete saques também sem taxas a hora que achar necessário.

Apesar das boas vantagens citadas até agora, aquela que se destaca e inclusive foi usada como slogan e publicidade para atrair pessoas, se trata de um cashback de 5% que a Ripio vai dar em cada uma das compras, sendo esse cashback, em BTC (Bitcoin).

Em entrevista à imprensa, Sebastian Serrano, CEO da Ripio comentou sobre a qualidade da ideia do cashback em Criptomoedas.

“O cashback de 5% em BTC é uma excelente ferramenta de rendimento para os usuários e certamente muito superior às opções oferecidas pelas instituições financeiras tradicionais”, revelou Sebastian.

O valor do cashback apesar de ótimo, é limitado, podendo chegar apenas até 250 mensais, o que já serve de grande apoio em um mercado de subidas e descidas.

De acordo com comunicado da empresa, tal valor recebido em cashback deve ser retirado por usuário, sendo creditado na conta até o dia 31 de outubro

Mesmo que novo no Brasil, o brasileiro Henrique Teixeira, Head Global de Negócios da Ripio, colocou as expectativas lá em cima quanto a um público ativo desse cartão.

Para o Cartola, até o fim do ano, mais de 250 mil brasileiros estejam utilizando o cartão Ripio como usa qualquer outro.

Junto de tantos usuários, vem o lucro e o investimento, e ainda em anúncio junto a empresa, Henrique crê que para chegar ao ápice de qualidade no novo produto, seja necessário um investimento de 1,5 milhões de reais até dezembro.

Criptomoeda dos Esportes está no top 10 das mais usadas no Brasil; Confira o ranking

Apesar do momento conturbado das Criptomoedas no mercado financeiro, mais do que nunca, tais ativos digitais chegaram com força no “mainstream”. Diversos bancos e e projetos famosos já aderiram ao modelo de negócio, e o Brasil não está atrás.

De acordo com relatório recente da Receita Federal, em cima de dados registrados até maio deste ano, existe um apontamento de que os brasileiros realizaram mais de 2 milhões de operações com Criptomoedas, sendo essas, vindo de 56 criptos diferentes.

A líder de todas essas transações é a Bitcoin, moeda digital mais popular do mundo. As transações sobre BTC (Bitcoin) no Brasil equivalem atualmente a mais de 60% dos 2 milhões citados.

Apesar desse grande número, a quantidade é bem inferior à registrada nesse mesmo período no ano passado. Na ocasião, houve mais de 6 milhões de transações envolvendo criptomoedas reportadas à Receita Federal.

Criptomoeda esportiva se destaca no Brasil

Apesar de Bitcoin dominar mais da metade do cenário das Criptomoedas no Brasil, com outra boa parte dominada pelo ETH (Ethereum), algumas outras Criptos aparecem com destaque e um bom potencial de crescimento.

Uma delas é a Chiliz, uma rede blockchain da gigante dos Fan Tokens, a Socios.com.

Com o foco em revolucionar o mercado de sócios torcedores, criando um ambiente que atrela os investimentos digitais e a proximidade de entidade e torcedor, tais tokens acabaram explodindo no Brasil estando presente em gigantes do futebol do país, como São Paulo, Flamengo, Vasco, Atlético Mineiro e Corinthians.

Vendida nas exchanges como CHZ (Chillz), a criptomoeda é quem permite aos torcedores e usuários de comprar tais fan tokens de equipes esportivas.

No entanto, o que chama atenção e que atrai nesse mercado é a possibilidade de comprar a cripto de um clube de qualquer lugar do mundo, ou seja, o usuário que mora no Brasil, pode comprar o token de times como Barcelona, Manchester City ou Inter de Milão.

A cripto ainda se destaca por também não se prender em um só esporte, como o futebol. Além da modalidade mais amada do planeta, existem Fan Tokens de campeonatos como NBB e UFC.

Confira as 3 Criptomoedas mais usadas no Brasil:

1- Bitcoin

A primeira e maior Criptomoeda do mundo não poderia ter outra popularidade do que a comum no Brasil.

Ainda segundo dados da Receita Federal, o BTC movimentou cerca de 2,6 bilhões de reais até maio deste ano, mesmo num período de queda.

O que explica os números menores em relação ao ano passado, que superou o número de 2022 em 46%.

2- Ethereum

Em segundo lugar, como dito anteriormente, está ETH, ou, Ethereum. A moeda que atualmente “divide atenções” com o Bitcoin passou a se destacar e ganhar valor no ano passado.

Usado de uma forma conhecida na comunidade como ‘commodity’, que visa obter ganhos com as variações de preços, o ETH segue o esquema do Bitcoin, sendo usado dentro de sua própria rede.

Além de tudo isso, o que faz o Ethereum ser tão grande atualmente, é sua blockchain, que se tornou a mais utilizada para desenvolver financiamentos digitais, plataformas de Games NFT, organizações autônomas e outras aplicações da web3.

Com um volume de mais de 260 mil transações declaradas no Brasil, o ETH gerou um volume de 642,2 milhões de reais.

3- Tether

Completando o pódio, surge a chamada “stablecoin” Tether. Sendo essa a primeira lançada na história do mercado, com sigla de USDT, a moeda surge pareada com o dólar, basicamente acompanhando o rendimento da moeda norte-americana, só que de maneira digital e menos rentabilidade.

Com 76 mil operações no Brasil e uma renda de 8,7 bilhões de reais, a cripto teve uma queda de 31,5% na comparação com o ano passado, reflexo da queda do mercado.

Veja o valor milionário ganho pelo rapper Drake em aposta esportiva com Bitcoin

Um dos grandes nomes da indústria musical no século 21, o rapper canadense Drake também é conhecido pela sua grande participação nos Esportes. Torcedor de carteirinha da franquia da NBA Toronto Raptors, o cantor também se mostrou um grande entusiasta da NFL (liga de futebol americano) ao apostar um valor milionário em Bitcoin na final do Super Bowl.

Drake chegou a fez três apostas usando seus fundos de Bitcoin, que atualmente chegam a 1,6 milhões de dólares canadenses, para fazer um “bet” de 600 mil dólares de que os Rams bateriam os Bengals.

A aposta se concretizou, rendendo ao rapper 5,65 BTC (Bitcoins), aproximadamente 310 mil dólares.

As outras duas apostas feitas por Drake foram em volta do receptor dos Rams, time campeão.

O cantor apostou 500 mil dólares em Bitcoins que Odell Beckham Jr. iria marcar um touchdown durante o jogo. De fato, o atleta marcou e, logo de cara, o primeiro da grande decisão. O Bet certeiro de Drake garantiu mais 575 mil dólares na sua carteira cripto.

Quanto a outra aposta, Drake não se deu tão bem assim. O cantor apostou os mesmos 500 mil dólares nas estatísticas na qual marcava que Odell correria pelo menos 62,5 jardas durante o jogo. No entanto, o receptor saiu machucado da partida e não conseguiu concluir o esperado, dando um prejuízo enorme ao apostador.

Drake já perdeu valor milionário ao apostar contra brasileiro

Em maio de 2022, meses após a final do Super Bowl, o rapper canadense voltou a apostar em esportes, desta vez no entanto, Drake não se saiu bem como na primeira vez.

O cantor ao apostar no UFC 274, na luta entre o norte-americano Justin Gaethje contra o brasileiro Charles do Bronx, perdeu 430 mil dólares (cerca de R$ 2,1 milhões), por garantir que o Justin venceria Bronx, no entanto, isso não aconteceu.

A aposta foi tratada como ousada na época, já que pela primeira vez, Do Bronx entrava no octógono como favorito e não como azarão, o que inclusive foi o motivo da aposta de Drake.

Caso o cantor vencesse a Bet, iria ter embolsado mais de 5 milhões de dólares.

O prejuízo de 115 BTC, no entanto, não foi o primeiro do cantor envolvendo alguma categoria de luta.

Um mês antes, Drake perdeu 1,3 milhões de dólares após fazer um bet na vitória do lutador Jorge Masvidal sobre Colby Covington. Que obviamente, devido ao prejuízo de Drake, já se presume que foi derrotado.

O universo dos artistas e até mesmo atletas na área de ativos digitais vem se tornando cada dia mais comum. Principalmente através dos sites de apostas que em sua maioria já aceitam diversas Criptomoedas.

Esse mercado milionário atrai muitos jogadores diariamente e dentre esses é comum encontrar celebridades das mais variadas, seja apostando ou investindo.

Um dos exemplos de jogadores que investem em Criptomoedas, mais especificamente bitcoin, é o do próprio Odell Beckham Jr, que foi motivo de aposta de Drake.

O receptor campeão do Super Bowl é um dos diversos jogadores da liga que começam um movimento de receber seus salários em BTC.

Primeira lutadora do UFC a ser paga em Bitcoin é brasileira

Luana Pinheiro, lutadora brasileira de UFC, anunciou a sua parceria com uma empresa de criptomoedas chamada Bitwage, e é através dessa empresa que a lutadora irá receber a partir de agora todos os seus salários em Bitcoin (BTC).

Pinheiro é uma das principais lutadoras de UFC de sua categoria, ela é uma das top 15 no ranking da competição com suas oito vitórias consecutivas. 

A lutadora revelou que a escolha de receber os seus pagamentos em Bitcoin foi incentivada por causa do exemplo de seu namorado, Matheus Nicolau, também lutador e que fechou uma parceria com a Bitwage em abril deste ano.

Segundo Luana, a Bitwage presta vários tipos de assessoria para os atletas, que foi algo que chamou a atenção da lutadora, e também a facilidade em receber os pagamentos em criptomoedas. 

Pinheiro disse que não vê problema na volatilidade do Bitcoin porque essa oscilação no preço do ativo é justamente o que faz o ativo crescer em valor, segundo ela.

“Se não fosse volátil, também não subiria. Pense nisso: leva em média 10-15 anos para um indivíduo obter uma faixa preta no Brasil em Jiu Jitsu, então minha preferência de tempo aqui é igualmente longa, se não mais. Todo o resto é apenas barulho pra mim e quanto menor o preço, mais Bitcoin poderei garantir para o futuro”, comentou a lutadora.

A Bitwage trabalha com um tipo de conta bancária, bem diferente de outros pagamentos com Bitcoin. Assim, não é preciso nenhum tipo de interação com terceiros para receber pagamentos pela empresa, o usuário apenas precisa colocar os seus dados bancários na Bitwage para poder receber o seu pagamento em fiat.

Quando o dinheiro chega na conta do usuário, a Bitwage converte ele de acordo com a porcentagem indicada pelo usuário, o fiat em Bitcoin a preço de mercado.

“Quem ousa vence, tanto dentro como fora do octógono. E não se esqueça que sou do Brasil, então sei uma coisa ou duas sobre inflação e seus efeitos. Eu nasci por volta de 1994, na época em que a moeda brasileira Real foi introduzida e indexada 1:1 ao dólar americano. Agora é 5 BRL por 1 USD”, disse Luana Pinheiro. 

A lutadora está se juntando ao pagamento em Bitcoin de Alex Barret, um jogador de futebol profissional. Em 2021, Alex Crognale e Achara Ifunanyachi, dois jogadores de futebol, fizeram a mesma coisa usando a Bitwage como seu provedor premium de serviços de folha de pagamento Bitcoin.

O UFC foi um dos primeiros a introduzir promoções em criptomoedas e até mesmo assinou um contrato de patrocínio de 175 milhões de dólares com a Crypto.com em julho do ano passado.

A Fórmula 1, a National Basketball Associoation e diversos outros clubes profissionais em todo o mundo já introduziram empresas de criptomoedas como seus parceiros.

Os esportes e as criptomoedas estão cada vez mais ligados, os dois mercados mostraram uma sinergia incrível nos últimos anos, tendo assim, várias empresas fazendo parcerias com eventos esportivos diante da emergente tecnologia das criptomoedas.

Esse mercado só tende a crescer mais e mais, e com o mundo dos esportes junto, é possível ambas as partes faturarem muito nas parcerias e contratos esportivos.

Veja qual é a equipe do futebol feminino que se juntou a gigante das Criptomoedas

Em mais um acordo no mundo do futebol, a exchange de Criptomoedas, Crypto.com, que será uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo 2022 no Qatar, fechou negócio com a equipe americana de futebol feminino Angel City Football Club.

A equipe de Los Angeles que tem entre suas investidoras nomes como Natalie Portman, Jennifer Garner e Eva Longoria, é a primeira a aparecer no portfólio da Crypto em relação a futebol feminino.

A parceria além de render marketing e eventos da empresa junto ao time quanto a Criptomoedas, também deve partir para o ramo de NFTs, que dentro do universo futebolístico vem se mostrando nos últimos anos um grande investimento.

Em anúncio, o CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, comemorou o acordo com o Angel City e demonstrou apoio ao movimento de mulheres no esporte.

“Estamos entusiasmados em ingressar no ACFC como um parceiro fundador, aprofundando nosso relacionamento com a cidade de Los Angeles, ao mesmo tempo em que apoiamos uma equipe que compartilha nossos valores e está igualmente comprometida em ajudar as pessoas a alcançarem independência financeira e autodeterminação”, declarou Kris.

Lembrando que esse não é o único projeto da Crypto em Los Angeles, o que deve ter facilitado a entra na empresa no time de futebol. Já que no basquete, em um acordo de 700 milhões de dólares a Crypto.com comprou o naming rigths do Staple Center, casa do Los Angeles Lakers, ao lado do Boston Celtics o time mais vitorioso da NBA.

A própria presidente do Angel City, Julie Uhrman, fez questão questão de exaltar a nova parceria do time e comentou sobre a importância da introdução das mulheres nesse momento da web3.

“Dada a velocidade com que a criptomoeda está mudando nosso mundo, queremos garantir que as mulheres sejam trazidas na jornada como investidores e criadoras”, avaliou Julie.

Angel City já participou de movimento revolucionário no futebol envolvendo Criptomoedas

Mesmo que agora com um grande acordo com uma marca de criptomoedas, o Angel City não está entrando em um mercado desconhecido, visto que já esteve envolvido em um movimento pioneiro quanto a futebol e Criptomoedas.

Em negócio com a equipe feminina do Tigres, do México, as americanas contrataram através de Bitcoins a atacante brasileira Stefany Ferrer, sendo assim a primeira atleta na história do futebol, em qualquer categoria, a ser vendida em Criptomoeda.

O movimento veio de uma parceria do Tigres Femi com a Bitso, outra plataforma de criptomoedas consolidada no mercado.

A iniciativa se mostra revolucionária e surge como opção em um mercado futebolistico inflamou e que movimenta bilhões todos os anos em transações.

Além da parceria com empresas da web3, os times já passam a adotar esquemas independentes de lucro quando a ativos digitais. Que vão desde vendas de NFTs de lendas, até a criação das próprias criptos.

Duplamente pioneiro o Angel City é agora não somente um símbolo no futebol feminino, mas sim para o futebol como um todo quando o assunto é inovação e desenvolvimento da tecnologia no esporte mais popular do mundo.

Lenda dos esportes radicais mostra total apoio ao Bitcoin

Lenda viva do Skate, o brasileiro Bob Burnquist é um dos esportistas de alto nível que se interessam e se incluem na nova era dos criptoativos. Já tendo lançado sua própria linha de NFTs e participado de alguns projetos sobre o tema, o skatista foi convidado a participar do evento NFT.Rio, que buscava debater assuntos sobre o meio da web3. No evento, Burnquist novamente se mostrou mais do nunca adepto a esse novo tipo de investimento, demonstrando apoio total às Bitcoins principalmente.

Skatista coroado com o maior número de medalhas da história dos X Games, Burnquist se abriu no evento do NFT.Rio e contou como começou sua trajetória no meio dos investimentos na web3.

“O meu primeiro contato com cripto foi no final de 2016, começo de 2017 mais ou menos. Eu já tinha ouvido falar antes, mas quando vi uns amigos estavam comprando, eu decidi investir também. Acabei comprando 2 bitcoins, custou por volta de US$ 2,3 mil na época. Ai eu surfei a onda de 2017 e vendi no final daquele ano por US$ 22 mil, e achei que tava arrasando: pô esse negócio é bom. Foi engraçado que eu vendi para fazer o Natal da família, comprar presentes. Então meu primeiro contato foi mais uma relação de investimento e venda. Eu não tinha entendido o bitcoin ainda”, revelou o skatista.

Ainda sobre Bitcoin, Bob Burnquist foi enfático quando perguntado se tinha a criptomoeda mais valiosa do mundo em sua carteira, demonstrando apoio a mesma.

“Com certeza. Não dá para não ter Bitcoin, é lógico”, afirmou.

Apesar do momento de desvalorização e choque no mercado das criptomoedas, sendo justamente a Bitcoin uma das mais afetadas, muitos acreditam na recuperação e ainda mais valorização da moeda no futuro, o que vem fazendo diversos investidores justamente investirem ainda mais nesse projeto.

Bob Burnquist e os NFTs

Dono da coleção de tokens não fungíveis (NFT) Bob Burnquist Gold, o skatista também explicou seu projeto no evento e como ele se relaciona com seus fãs, proporcionando benefícios aqueles que possuem seus NFTs.

“A minha ideia no Gold foi lançar 1.618 edições do NFT por causa da proporção Áurea. Os NFTs funcionam como uma moeda de acesso que eu vou construindo um monte de benefícios em cima. Então até hoje eu estou construindo essa coleção. Hoje no evento, por exemplo, eu divulguei que os cinco detentores de Burnquist Gold que entrassem em contato comigo iam ganhar um ingresso. Em eventos de skate é a mesma coisa, eu costumo chamar quem tem NFT Gold e dar pulseira vip”, disse, Burnquist.

O skatista está envolvido de forma recorrente também em ‘collabs’ com outras plataformas de tokens. Visto que agora é conhecido como uma referência no conhecimento do assunto e que busca se envolver, diversas empresas o procuram até para negociar NFTs como brinde em troca de exposição.

Prova de seu envolvimento, é o projeto que chefia, de nome Cripto Cria, que busca trazer educação sobre o âmbito digital para as crianças.

“O instituto costuma funcionar assim. Nós encontramos projetos com potencial e fazemos parceria para direcionar o conteúdo para nossa base. Eu consigo captar, fechar as parcerias e ir fazendo as ações. Nós fizemos uma primeira parceira do Cripto Cria com o Impact, que é um projeto que leva aula de programação e tecnologia para as comunidades”, declarou.

Um dos nomes mais importantes da história do esporte que agora virou olímpico, além de ser referência para o Brasil, Burnquist deve buscar trazer sua influência para informar seus fãs e curiosos que vêem alguém com tanto respeito no mundo do esporte, a se envolver em um projeto ambicioso e futurista.

Ainda sobre NFTs, Bob concluiu trazendo seu total apoio ao meio e que inclusive coleciona os seus próprios tokens.

“Lógico que eu vejo os projetos. Acaba que por fazer collab, as pessoas me mandam NFTs. Querem saber o que eu acho do projeto deles e me convidam para fazer parte dos produtos, como o pessoal da Toxic Skulls Club (TSC) que eu vi que tem uma comunidade forte. Agora temos esse projeto com a Reserva. Então é tudo oportunidade. Às vezes também compro um NFT ou outro na Tezos e eu acho legal. A sua carteira vira meio que sua rede social, seu Instagram onde as pessoas podem ver as artes que você tem”, completou.

5 casas de apostas esportivas que aceitam Bitcoin

A nova moda que chegou bombando ao Brasil são as casas de Bet, ou, as casas de apostas. Dando a possibilidade ao torcedor de não só torcer para o seu time e acompanhar o futebol como um todo, mas também aumentando a emoção de assistir a partida e ganhar um dinheiro em cima da paixão. Atrelado a isso, muitos sites aderiram a outro investimento que vem ganhando cada dia mais espaço na web3, as criptomoedas, mais necessariamente, as Bitcoins.

Cripto mais famosa e valorizada do mundo, com uma cotação atual de 100 mil reais por moeda, isso na baixa, pois o segmento vem passando por uma crise, as Bitcoins parecem ter chegado pra ficar no ramo de apostas esportivas.

Confira abaixo as 5 melhores casas de apostas na visão e avaliação de usuários e especialistas, que aceitam Bitcoin como forma de injeção de dinheiro.

1- 1xBit

Desde 2016 no mercado, a 1xBit já é considerada como um criptocassino, já consolidado no ramo e especializada quando o assunto são jogos e criptomoedas.

Além do Bitcoin, a casa aceita diversas outras moedas como ETH (Ethereum), Litecoin, DOGE (Dogecoin), TRON e etc.

Com uma variedade de 25 criptos a serem usadas, já a algum tempo a 1xBit vem aceitando apenas as moedas digitais em suas apostas, devido a toda segurança quanto rastreio e proteção, além de lucro que oferecem.

Sendo uma das mais bem avaliadas pelos usuários, com ótimo desempenho também de cassino, não necessariamente apenas no esporte, a casa conta também com o fácil acesso, tendo um aplicativo para todos os tipos de celulares e sistemas operacionais.

2- Sportsbet.io

Uma das queridinhas da comunidade brasileira no momento, muito por conta da sua interação com o público e patrocínios com grandes clubes, como Flamengo e São Paulo, onde inclusive é o patrocínio master, a Sportsbet.io se introduziu recentemente no mundo do Bitcoin e Criptomoedas, porém, já vem se saindo muito bem.

Bem avaliada por sua segurança e constantes promoções que “turbinam” as odds (sistema de chances de aposta), a casa está entre as mais avaliada e com maior número de usuários do gênero.

O único fator que faz a Sportsbet.io sair atrás da concorrente 1xBit é a especialização nas criptos. Enquanto uma só aceita essa forma de pagamento e já algum tempo domina essa forma de apostas, a Sportsbet.io só conta com 5 variações de criptos, se baseando muito no Bitcoin.

3- PlayZilla

Considerada recente ainda no mercado, a PlayZilla é mais uma daquelas que ganha destaque pelos seus bônus e promoções.

Sendo umas da que mais dão prêmios aos usuários, os bônus chegam até a 700 reais extras em apostas e dinheiro investido.

Tendo um dos melhores cassinos e roletas ao vivo das casas, sendo uma das poucas a ter o sistema no Brasil, a PlayZilla sai perdendo apenas quando o foco é justamente as criptomoedas.

Não deixando o usuário mudar o tipo de moeda após o cadastro, muitos se vêem presos a escolha feita no início, que das criptos, só permite a opção de Bitcoin. Sendo assim, caso escolha Bitcoin como sua moeda, só poderá investir e sacar com o criptoativo, sem poder mudar para o real brasileiro por exemplo.

Outro ponto importante que faz cair a avaliação da PlayZilla é a falta de um aplicativo, tendo de ser acessada por um navegador, o que preocupa quanto a segurança e privacidade, principalmente se tratando de Bitcoins e criptomoedas no geral.

4- BC.Game

Com uma das ações de marketing e conteúdo mais fortes no Brasil, a BC.Game entrou com tudo e promete ser uma das mais promissoras do mercado de cassino.

Tendo uma das maiores variedades de criptomoedas do mercado, contando com mais de 70 opções entre depósito e saque, a casa de destaca e conquista aqueles que estão começando.

O que baixa o nível da BC.Game são seus problemas técnicos e de servidor, além de um bônus gratuito de boas vindas, aqueles que não dependem de depósito para começar a jogar.

5- Melbet

Mais uma que se destaca pela variedade criptomoedas disponíveis além do Bitcoin, a Melbet também conta com um dos depósitos iniciais mais viáveis do mercado, permitindo que o jogador comece com 5 reais.

Com bônus iniciais que vão de 500 até 650 reais, a casa também se mostra promissora apesar de já estar a quase 4 anos no mercado brasileiro.

A Melbet se perde porém no sentido de plataforma, sendo descrita como confusa e as vezes mal funcional pelos usuários.

Quanto a lucro, segurança e bônus se destaca como uma das melhores, no entanto, a experiência do usuário não é das melhores.

 

Lenda do Skate brasileiro anuncia projeto de Criptomoedas e NFT

Quando se fala sobre skatistas brasileiros, o primeiro nome que vem à mente é o de Bob Burnquist. Lenda do esporte, que recentemente chegou às olimpíadas, o ex-atleta irá usar de sua influência para ingressar no ramo de Criptomoedas e dos tokens não fungíveis (NFTs).

Bob já a algum tempo está inteirado nesse universo do web3. Em 2017 o skatista investiu 2 mil dólares em Bitcoins, que meses depois se tornaram 20 mil e foram vendidos pelo mesmo.

Agora em 2022, a ideia de Burnquist será educar toda uma nova geração sobre o mercado de criptomoedas e NFTs. Através do projeto social SkateCuida, em parceria também com as plataformas de tecnologia Shape Shift, Impact e Giveth, o skatista criou o CriptoCria.

Além das aulas sobre cripto investimentos e NFTs, o projeto que visa comunidades carentes também trará aulas de programação e tecnologia para jovens.

“A ideia é direcionar para uma mentoria em que o emprego do jovem não vá sumir. A tecnologia toma conta das coisas, então é importante direcionar para algo que permita que a pessoa leve recursos para a comunidade. Temos um onboarding mais simples de carteira de cripto e de como criar NFT. É mais fácil ensinar criptoarte e a forma de usar as redes sociais para quem é jovem. E é um mercado com muitas aplicações”, analisou Burnquist, em entrevista à revista ‘Valor Econômico‘.

A parceria do skatista e do projeto social SkateCuida, já vem de algum tempo. A ideia da parceria é justamente educar comunidades carentes por meio do esporte onde o atleta já foi tão vitorioso.

“O instituto Skate Cuida mostra outros aspectos do esporte para quem passou a se interessar por causa das Olimpíadas de Tóquio. O pessoal que veio por causa das Olimpíadas vai descobrir que tem outras interações e formatos de competições”, comentou o skatista sobre o projeto.

Bob Burnquist já teve sua própria coleção de NFT

Estudioso do assunto, Bob Burnquist, em outubro de 2021, lançou em parceria com a Blockchain, Tezos (XTZ), sua coleção de NFTs.

Baseada no grafismo e inspirada na proporção áurea, a famosa proporção divina vista em teorias matemáticas, o skatista anunciou 1618 de seus tokens não fungíveis, os Burnquist Gold, inclusive, criados pelo próprio Bob.

Podendo ser encontradas no marketplace brasileiro ‘Hic et Nunc’, as peças em seu lançamento custavam cerca de 60 reais, ou, 1618 XTZ.

Atualmente, as peças sofreram com a desvalorização, é a mais cara, pode ser comprada por 430 XTZ.

Ainda no mundo das NFTs, Bob Burnquist se envolveu em outro projeto envolvendo o cripto ativo.

O skatista de 46 anos foi garoto propagando e cedeu sua imagem para divulgar o projeto para a preservação da onça pintada, que envolvia o comércio de NFTs onde 40% de todo o lucro seria destinado ao combate da extinção do animal silvestre da fauna brasileira.

Burnquist participou ativamente na divulgação e até em giveaways dos ‘PowerJags‘, que poderiam ser encontrados no marketplace OpenSea.io, discutindo e debatendo sobre ideias até no Discord do projeto.