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HIV pode ser combatida com injeção única em novo tratamento experimental de

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Uma nova injeção foi desenvolvida por pesquisadores com o intuito de modificar a vida de pacientes com HIV, vírus responsável pela origem da Aids. De acordo com novo estudo divulgado na revista científica Nature Biotechnology, será possível, no futuro, ficar livre da infecção pelo HIV com uma única aplicação.

Atualmente, o único tratamento possível é a submissão de pacientes a um coquetel de medicamentos para minimizar a carga viral a níveis baixíssimos. Essa opção possibilita o não sofrimento à sintomas e evita a fragilidade ao risco de transmitir o patógeno a outras pessoas.

Contudo, esse volume de remédios provoca diversos efeitos colaterais. Além disso, amplia o preço do tratamento, dificultando o acesso a populações mais vulneráveis financeiramente. Desse modo, pesquisadores da Universidade de Tel Aviv desenvolveram uma tecnologia que possibilita a cura da infecção.

Autor do estudo, Adi Barzel, diz em nota que a técnica desenvolvida por ele se baseia no uso de glóbulos brancos do tipo B modicados. A princípio, o primeiro desafio do grupo foi cultivar essas células externo ao corpo humano. Até então, o pesquisador garante que “apenas alguns cientistas, e nós entre eles, tínhamos sido capazes de criar células B fora do corpo”.

Sendo assim, a técnica de CRISPR (edição genética) para alterar esse material foi aplicada. A tecnologia rendeu o Prêmio Nobel de Química de 2020 para as pesquisadoras Jennifer Doudna e Emmanuelle Charpentier, e possibilita que genes sejam inseridos, reparados ou removidos de dentro do DNA de células vivas.

Diante disso, Barzel conseguiu lançar células B possíveis de excretar anticorpos, os pesquisadores comprovaram a eficiência do processo.

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