Conheça o Tsumiki, a versão japonesa do LEGO

O Tsumiki, criado pelo escritório de arquitetura japonês Kengo Kuma, é um jogo de blocos de encaixe que permite às crianças criar formas complexas e incomuns. O conceito é bastante parecido com o famoso LEGO, mas as peças em si apresentam pouca semelhança com os blocos coloridos de forma quadrada e retangular da marca dinamarquesa. Os componentes do Tsumiki são peças triangulares de cedro, com entalhes em sua base que permitem que eles se encaixem entre si.

As peças são feitas em formato triangular com madeira de cedro. Elas apresentam entalhes em sua base que permitem o encaixe entre si. (Foto: Divulgação)

Os blocos não são tão coloridos ou chamativos quanto os do LEGO, o que pode não ser tão inspirador para a criatividade de algumas crianças. No entanto, o escritório afirma que o jogo é uma ótima alternativa para ensinar os pequenos a pensar de forma intuitiva para a resolução de problemas complexos.

Para os criadores, o Tsumiki é uma ótima alternativa para ensinar os pequenos a pensar de forma intuitiva. (Foto: Divulgação)

O Tsumiki também apresenta uma pegada sustentável para a nova geração. O produto foi feito em parceria com o grupo de conservação de florestas Mais Árvores, que ajudou na escolha de madeiras de cedro japonesas com certificado do Forest Stewardship Council.

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Conheça os primeiros calçados casuais feitos com tecnologia 3D

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A JS Shoe, uma empresa de calçados de Los Angeles, nos Estados Unidos, diz ter criado os primeiros sapatos casuais feitos por meio de uma impressora 3D. A sapatilha é unissex e já está disponível para pré-venda no Kickstarter. O acessório não possui nenhum tipo de costura, graças a utilização de uma espécie de máquina de tricô que já calcula a quantidade exata de fibra de algodão e poliéster necessários para a confecção, sem qualquer desperdício. Além disso, a empresa também permite que seus clientes comprem o calçado de forma avulsa, para que possam montar o par da forma que desejarem.

O sapato é feito por meio de uma tecnologia de tricô 3D e não possui costuras. (Foto: Divulgação)

“Algumas pessoas possuem variações de tamanho entre seus pés, então sentimos a importância de embalar nossos sapatos individualmente”, disse Shi Xiaoxi, fundador criativo da JS Shoe, em um comunicado à imprensa. “Dessa forma, podemos oferecer tamanhos diferentes para o cliente, além da opção de deixá-los combinar cores e padrões diversificados”.

Outra vantagem do tricô 3D é que ele reduz o número de camadas necessárias para a confecção do produto, o que faz com que ele seja extremamente leve.

A empresa permite que os clientes comprem o sapato de forma avulsa, para que possam montar o par da forma que desejarem. (Foto: Divulgação)

Com apenas um mês, a campanha no Kickstarter já ultrapassou a meta de arrecadação de US $ 50 mil. O par do calçado custa US $ 79 dólares.

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Conheça Hadrian, o robô que pode construir uma casa em tamanho real em dois dias

Atualmente existem diversas tarefas que os robôs já são capazes de realizar, normalmente, são atividades repetitivas e rotineiras. No caso do robô Hadrian ele já supera o rendimento do homem na construção civil.

Ele trabalha 20 vezes mais rápido que um humano, o que possibilita a redução do tempo, em aproximadamente, seis semanas no total na construção de uma casa padrão. Isso é possível devido ao trabalho contínuo que a máquina tem, não há necessidade de dormir, comer ou fazer pausas, por isso a vantagem é tão grande sobre os trabalhadores braçais.

A velocidade mínima que o robô atinge é de mil tijolos por hora, para conseguir efetuar seu trabalho corretamente, ele assiste a um desenho em 3D no computador com a representação da casa. Além de instalar os tijolos, ele pode cortar, rotacionar e transportar esse material em tamanhos variados e sempre com muita precisão, graças ao seu braço articulado de 28 metros de extensão.

A Fastbrick explica que a invenção do “robô pedreiro” não espera roubar empregos de humanos, apesar de ser mais eficiente, o Hadrian não pode cuidar de toda a construção e necessita ter seu trabalho supervisionado por pelo menos uma pessoa.

Enquanto Hadrian faz o trabalho pesado de levantar paredes, uma equipe pode avançar em outras áreas que necessitam de mais acabamento, por exemplo. O projeto visa acelerar o processo da construção e criar novas vagas no mercado, preenchendo o vazio que consta na área do trabalho pesado.

A expectativa é que o “robô pedreiro” atraia jovens para a área civil, já que a robótica é uma tecnologia atraente e que desperta curiosidade.

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Cientistas desenvolvem braço mecânico sensível ao toque

A criação de uma prótese que devolve a sensibilidade ao toque ao usuário foi anunciada recentemente por cientistas da DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada da Defesa dos Estados Unidos). O equipamento foi testado em um homem que há mais de uma década sofre de paralisia dos braços devido uma lesão na medula espinhal, e mesmo assim, de olhos vendados, foi capaz de identificar quando e quais de seus dedos do membro robótico estavam sendo tocados por um objeto.

A prótese é conectada a uma rede de eletrodos ao cérebro de uma pessoa, na parte onde ela controla os movimentos do corpo e onde identifica sensações. As conexões são feitas por meio de sensores que podem detectar alterações na pressão à medida que ela é aplicada aos dedos e, depois, convertê-la em sinais elétricos que passam a informação ao cérebro. A nova tecnologia permite que o usuário não só volte a ter suas habilidades de manipular objetos, mas também aprenda a sentir o que está tocando.

O membro mecânico desenvolvido pela DARPA foi apelidado de “Luke”, e segundo a equipe de pesquisa, apesar de ser um grande avanço tecnológico, este é só o começo. Os primeiros testes com a prótese foram feitos em fevereiro deste ano, quando um ex-soldado do exército norte-americano conseguiu escalar uma parede usando o mecanismo. Confira o vídeo com a experiência:

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Confira o que muda nas viagens para os EUA com o "Global Entry"

Recentemente, Dilma Roussef e Barack Obama anunciaram a facilitação da entrada de brasileiros nos Estados Unidos. Longe de uma possível dispensa do visto americano para viajar ao país, o acordo estabelece a entrada do Brasil no programa “Global Entry”. Com ele, brasileiros que viajam de forma frequente aos Estados Unidos podem passar pela alfândega sem enfrentar filas.

A medida é o início de uma política mais livre de trânsito de cidadãos entre os dois países e promete ser um primeiro passo para que o visto não seja mais exigido. Até lá o “Global Entry” facilitará a vida de muitos brasileiros, mas o programa não dispensa a solicitação do visto do viajante e exige o pagamento de uma taxa de adesão de 100 dólares por cinco anos. Ao chegar nos Estados Unidos, ao invés de aguardar a entrevista pessoal com funcionários da imigração, pode apresentar o documento em quiosques automáticos.

Viajantes cadastrados no “Global Entry” não precisam enfrentar filas e entrevistas com funcionários da imigração. (Imagem: cbp.gov)

O pagamento da taxa, que não é devolvida caso o cidadão não seja aceito no programa, não é o único requisito para participar do “Global Entry”. O viajante deve se candidatar preenchendo um formulário e respeitar os requisitos informados pela embaixada americana que envolvem, principalmente, um passado limpo com relação a crimes e investigações. Ao ser aceito no “Global Entry”, é possível ficar nos Estados Unidos por até seis meses assim como os vistos emitidos sem o benefício.

Quem o “Global Entry” beneficia

Derivado de um antigo programa que facilitava a entrada de europeus e canadenses nos Estados Unidos, o “Global Entry” começou a ser expandido em 2009, para a Holanda. Atualmente cidadãos da Alemanhã, Panamá, Coreia do Sul e México também podem se candidatar ao benefício.

A negociação da entrada do Brasil ao programa acontece, pelo menos, desde 2012. A previsão é que, com o novo anúncio, o Brasil entre no programa já no primeiro semestre de 2016 facilitando a vida de muitos brasileiros que viajam constantemente aos Estados Unidos, principalmente com fins comerciais.

O benefício, porém, não é única e exclusivamente dos países que são autorizados no programa. O interesse existe também para o lado americano, já que a autorização aumentaria a contribuição brasileira na economia americana. Somente em 2014, mais de 2.3 milhões de brasileiros visitaram os Estados Unidos, incentivando o consumo e gerando 13,1 bilhões de dólares em gastos com as viagens.

Antes de viajar, prepare-se

Enquanto o “Global Entry” não é oficialmente lançado para os brasileiros, dá para ir se planejando para aderir ao programa. Uma das primeiras exigências é, caso ainda não tenha, solicitar o visto americano. Se sua intenção não é ir para os Estados Unidos, é bom lembrar que o visto, assim como outros documentos, também pode ser solicitado em outros países.

 

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Cientistas criam super HD que pode durar 13 bilhões de anos

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, criaram um super HD que já está sendo considerado uma das formas mais seguras de se proteger arquivos e documentos. O chamado 5D é um mini-disco do tamanho de uma moeda capaz de armazenar até 360 terabytes. Ele é tão resistente que os especialistas ainda não conseguiram prever quanto tempo vai durar para que o objeto pare de funcionar em condições normais. Para conseguir queimar o produto, por exemplo, seria preciso expô-lo a uma temperatura de 1.000 °C.

A invenção, que já se mostrou indestrutível, pode durar mais do que a própria humanidade. (Foto: Divulgação)

O 5D é formado por nanoestrturas de quartzo, a qual, segundo os cientistas, pode permanecer intacta por cerca de 13,8 bilhões de anos – mais do que o triplo da idade da Terra. Para conseguir tamanho de armazenamento e resistência em uma superfície tão pequena, especialistas afiram ter usado cinco dimensões. Além do diâmetro, largura e profundidade, a leitura dos dados também leva em conta a forma e velocidade com que lasers emitidos por leitores entram no objeto.

Entre os documentos mais importantes “eternizados” no 5D estão a Bíblia, Óptica – livro escrito por Issac Newton –, a Magna Carta, e a Declaração dos Direitos Humanos. (Foto: Divulgação)

Entre os documentos mais importantes “eternizados” no 5D estão a Bíblia, Óptica (livro escrito por Isaac Newton), a Magna Carta, e a Declaração dos Direitos Humanos. “É emocionante pensarmos que criamos uma tecnologia para preservar documentos e informações que podem ser armazenadas no espaço para futuras gerações. Essa tecnologia pode servir como uma última evidência de nossa civilização: tudo que aprendemos não será esquecido”, afirmou em comunicado Peter Kazansky, professor da Universidade e responsável pelo projeto.

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Chineses desenvolveram carro controlado com a mente

Pesquisadores chineses da Universidade Nankai estão desenvolvendo um carro capaz de ser conduzido por meio da força do pensamento do seu usuário. Com um capacete ligado a sensores de eletroencefalograma (EEG), os sinais da mente do motorista são traduzidos em comandos para o automóvel. Segundo os cientistas, o objetivo do projeto é melhorar a qualidade de vida de condutores com deficiência. A ideia é bastante audaciosa, mas ainda não há previsão de quando um modelo como este poderia estar no mercado.

Pesquisadores da Universidade de Nankai estão trabalhando em modelo que pode ser controlado por meio de sensores de eletroencefalograma. (Foto: Divulgação / Nankai University)

O grupo de Nankai, liderado por Duan Feng, está trabalhando em parceria com a Great Wall Motors para obter o primeiro veículo de teste em operação. Até agora, os pesquisadores ainda não conseguiram implantar a ideia com sucesso, o maior avanço obtido pela equipe com esse sistema foi a função de travar ou destravar o carro.

Segundo Feng, em comunicado à imprensa, apesar das dificuldades do projeto, eles vão continuar trabalhando nesta ideia para tentar implementar a tecnologia futuramente.

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Caneta da Moleskine digitaliza informações feitas no papel

A Moleskine, uma das marcas de cadernos de notas mais famosas do mundo, acaba de lançar uma caneta bluetooth capaz de digitalizar todos os esboços feitos no papel. O Smart Writing Set é um conjunto composto por um caderno especial, um aplicativo para iPad e a caneta inteligente. Com ele, qualquer coisa que o usuário faz no Moleskine é copiada imediatamente para o iPad. E mesmo que o bluetooth não esteja conectado na hora das anotações, tudo que for escrito ou desenhado no papel terá seu download feito assim que o tablet for ligado.

O Smart Writing Set é novo conjunto inteligente da Moleskine que copia tudo o que você escreve no papel para o iPad – instantaneamente. (Foto: Divulgação)

Você deve estar se perguntando como esta mágica acontece. O mecanismo funciona da seguinte forma: o novo Moleskine apresenta pequenos marcadores de posição impressos em suas folhas, que são lidos por uma câmera embutida dentro da caneta. Simples, não?

Confira o vídeo e veja como Smart Writing Set funciona:

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Cadeira de rodas sobe escadas automaticamente

Uma cadeira de rodas motorizada foi desenvolvida por um grupo de estudantes suíços com o objetivo de amenizar um incômodo frequente na vida dos cadeirantes: as escadas. A Scalevo é uma cadeira de rodas elétrica que dá mais liberdade e autonomia para os deficientes.

A equipe quis criar uma cadeira que pudesse ser usada normalmente durante o dia com o diferencial de subir e descer escadas sem ajuda de pessoas ou de outros objetos. O funcionamento se deve a faixas de borracha que ficam entre as duas rodas, lembrando bastante o robô do filme “Wall-e”.

A equipe do projeto contava com alunos de engenharia mecânica e elétrica do Instituto Federal Suíço de Tecnologia e da Universidade de Zurique das Artes. Apesar de projeto ser apenas um protótipo sem planos para ser produzido em larga escala, a ideia e a realização satisfatória abrem portas para novas tecnologias voltadas para melhorar a qualidade de vida dos deficientes.

O cadeirante pode subir a escada sem a ajuda de outra pessoa. (Imagem: Reprodução/Youtube)

A importância de projetos assim pode ser vista na quantidade de pessoas que seriam beneficiadas. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 45 milhões de brasileiros declaram ter alguma deficiência. Desses dados, a deficiência motora aparece como segunda mais relatada com mais de 13 milhões de pessoas.

Em 2012, um outro equipamento que possibilitava ao deficiente subir e descer escadas já havia chegado ao Brasil. O projeto conta com três rodas que giram entre si, que travam nos degraus para que a cadeira não volte para trás. No entanto, a cadeira precisava da ajuda de uma terceira pessoa para subir, não dando toda a independência para o cadeirante.

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Acesso global à internet é impossível de acontecer até 2020

De acordo com estimativas feitas pelas Nações Unidas no ano passado, toda a população mundial deveria ter acesso à internet até 2020, incluindo as nações menos desenvolvidas. Contudo, segundo um novo estudo realizado pela Alliance For Affordable Internet (A4AI), esta meta está um pouco mais longe de ser alcançada. Para a entidade – que é formada por grupos como Google, Facebook, World Wide Web Foundation, além de vários governos –, o acesso universal à rede só se tornará possível em 2042.

Meta global de acesso à internet será adiada para 2042. De acordo com novo relatório, mulheres pobres serão as últimas a desfrutar da conquista. (Foto: Reprodução /Cajutel)

A nova análise foi divulgada pela A4AI no maior evento de telefonia móvel do mundo, o Mobile World Congress, em Barcelona. Confira um trecho do relatório:

Sem uma reforma urgente, em 2020 veremos apenas 16% das pessoas nos países mais pobres do mundo, e 53% do mundo como um todo, conectadas. Este atraso na conectividade prejudicará o desenvolvimento global como um todo, contribuindo para a perda de oportunidades de crescimento econômico e negando a centenas de milhões de pessoas acesso a educação online, serviços de saúde, voz política, e muito, muito mais.

Para a entidade, uma das maiores dificuldades para se quebrar esta barreira é a desigualdade de renda. Só para citar como exemplo, apenas nove de 51 países abrangidos no relatório conseguiriam atingir a meta global e inserir a população com os mais baixos salários recebidos.

Outra análise também mostrou que a situação se agrava ainda mais para as mulheres. A desigualdade de gênero entre aquelas com menos poder aquisitivo é o fator mais difícil a ser superado em grande parte do mundo.

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